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Ação de apreensão de armas

PF apreende espingarda registrada em nome de Bolsonaro no RS

Ministro acolheu parecer da PGR que não viu falta grave em pistola apreendida com militar do GSI.
Ministro acolheu parecer da PGR que não viu falta grave em pistola apreendida com militar do GSI. (Foto: André Borges/EFE)

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A Polícia Federal (PF) apreendeu nesta quarta-feira (8) uma espingarda registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro, no Rio Grande do Sul. A arma estava na casa do dono de uma loja importadora de armas, que seria o doador do objeto, em Cachoeirinha, na Grande Porto Alegre

Ao longo do dia, a PF realizou buscas na residência do ex-presidente, que está em prisão domiciliar depois de uma condenação de 27 anos por seu envolvimento na chamada trama golpista. Por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, após permitir que ele fique em prisão em regime domiciliar, a PF buscou armas, munições e documentos de registro. No entanto, nenhum desses materiais foi encontrado.

Os advogados informaram ao tribunal o paradeiro de duas armas de fogo registradas em nome do ex-presidente, que ainda não haviam sido localizadas pela polícia, apesar da ordem judicial determinar a entrega.

O advogado João Henrique N. de Freitas lamentou que "um ex-presidente da República continue sendo submetido a esse tipo de ação", segundo declarou em sua conta no X.

A busca ocorreu em meio a uma investigação sobre o arsenal registrado em nome de Bolsonaro, que poderia comprometer sua prisão domiciliar, de acordo com .

Um dos filhos de Bolsonaro, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC), criticou a operação classificando-a como uma "tortura" e que "ninguém aguenta mais tanta perseguição, injustiça e tortura". Já o irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), chamou a medida como "cortina de fumaça" para distrair a atenção de sua atuação nos Estados Unidos contra o novo tarifaço contra produtos brasileiros.

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