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O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o Brasil vive uma crise institucional no Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou a oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de explorar o conflito interno da Corte para disseminar desinformação. Em vídeo divulgado pelo partido, ele defendeu a investigação de todas as denúncias e declarou confiança no presidente do Supremo, ministro Luiz Edson Fachin, para conduzir os processos com transparência.
Segundo Edinho, os brasileiros têm o direito de conhecer os fatos e acompanhar investigações rápidas e imparciais sobre o conflito entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes. O dirigente afirmou ainda que a crise não pode ser usada para desmoralizar as instituições e defendeu mudanças no sistema político e no próprio Judiciário.
“Acreditamos na autoridade do presidente do STF, ministro Fachin. Queremos as apurações de todas as denúncias. Queremos que essas apurações sejam aceleradas e conduzidas com muita lisura. O povo brasileiro quer saber a verdade”, afirmou Edinho na gravação publicada na terça-feira (8).
Edinho direcionou parte de seu discurso ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e à família Bolsonaro, questionando a legitimidade de adversários que, segundo ele, passaram a se apresentar como defensores da transparência e das instituições. O dirigente fez uma série de acusações políticas contra o grupo, incluindo referências a patrimônio, pandemia, segurança pública, relações com milícias e política externa.
“Quem se alimentou com a corrupção do Banco Master, enviando dezenas de milhões para fora do Brasil, não pode falar em mudança”, disse Edinho.
Na sequência, afirmou que adversários que “compraram imóveis com dinheiro sem origem” ou que teriam mantido relações com a criminalidade não poderiam reivindicar autoridade para falar sobre transparência e segurança pública.
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Ao falar diretamente com militantes do PT e de partidos aliados, Edinho pediu mobilização política contra o que classificou como forças autoritárias e antidemocráticas.
“Temos que ir para as ruas, para as redes, temos que ir para a ofensiva democrática e não permitir que as forças do autoritarismo, as forças antidemocráticas, se aproveitem do legítimo sentimento de mudanças do povo e mintam para as brasileiras e brasileiros”, declarou.
O dirigente encerrou a mensagem projetando a disputa eleitoral como uma escolha entre versões distintas para o futuro do país, afirmando que “a mentira e a hipocrisia não podem vencer a verdade”. “Não é apenas uma eleição, é o futuro do Brasil e das famílias brasileiras que está em jogo”, completou.








