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Para entender

Quem é o senador que confrontou Davi Alcolumbre sobre o caso Banco Master?

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) está no fim de seu primeiro mandato em cargo público. Ele é pré-candidato ao governo do Ceará. (Foto: Jeferson Rudy/Agência Senado)

O senador Eduardo Girão (Novo-CE) cobrou abertamente o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pela inércia da Casa diante do escândalo do Banco Master. Girão exige a instalação imediata de uma CPI e o impeachment de ministros do STF envolvidos no caso, citando a urgência de uma resposta social.

Qual foi a principal crítica de Eduardo Girão a Davi Alcolumbre?

Girão responsabilizou o presidente do Senado pela inércia do Congresso Nacional diante das denúncias do Banco Master. Ele afirmou que Alcolumbre é o maior responsável pela desmoralização da Casa e o cobrou pela falta de transparência, citando a imposição de sigilos de 100 anos sobre informações de visitas a gabinetes.

O que o senador exige para investigar o Banco Master?

O senador defende a instalação imediata de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), seja exclusiva do Senado ou em conjunto com a Câmara. Para ele, a investigação daquela que chama de 'maior fraude financeira da história' é inegociável, contando com o apoio de 51 dos 81 senadores.

Quais ministros do STF foram citados no discurso?

Girão pediu a abertura de processos de impeachment contra os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Ele mencionou especificamente um contrato de R$ 129 milhões firmado entre o banco e o escritório de advocacia da esposa de Moraes, apontando um possível conflito de interesses que o Legislativo precisa analisar.

Como o estado do Amapá está envolvido nesse escândalo financeiro?

No plenário, Girão lembrou que o fundo de previdência dos servidores estaduais do Amapá, estado que Alcolumbre representa, perdeu R$ 400 milhões em aplicações feitas no Banco Master. Segundo o senador, Alcolumbre deveria ser o primeiro interessado em investigar o caso devido ao impacto direto em sua base eleitoral.

Quais são os próximos passos políticos de Eduardo Girão?

O senador decidiu não disputar a reeleição para o Senado em 2026. Em vez disso, ele é pré-candidato ao governo do Ceará. Sua postura incisiva no plenário reforça sua estratégia de independência política, embora conte com o apoio de figuras importantes da direita, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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