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Disputa pelo governo

Valdemar Costa Neto se reúne com Zanin para discutir sucessão no RJ

Reunião ocorre no mesmo dia em que Alerj pede para que deputado do PL seja alçado ao cargo de governador do RJ.
Reunião ocorre no mesmo dia em que Alerj pede para que deputado do PL seja alçado ao cargo de governador do RJ. (Foto: Gustavo Moreno/STF; Gustavo Moreno/STF)

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin recebe, no final da tarde desta quinta-feira (23), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. De acordo com a agenda oficial, a pauta é uma ação do PSD em que a Corte decide como será escolhido o próximo governador do Rio de Janeiro, se por eleições diretas suplementares ou por eleição indireta pelos deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

É do partido comandado por Valdemar o presidente da Alerj eleito nesta sexta-feira (17). Em seu discurso de posse, Douglas Ruas criticou a permanência na chefia do Executivo do presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro. O pedido ocorre ao mesmo tempo em que a Alerj envia ao STF um pedido para que seu presidente assuma o Executivo.

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Foi nesta ação que Zanin determinou que as eleições indiretas fiquem suspensas até que o Supremo decida sobre a sucessão, determinando que Couto de Castro continue exercendo interinamente o cargo. Para tentar reverter a decisão, o PL pede que o presidente da Alerj seja considerado automaticamente o governador interino do Rio de Janeiro. O pedido foi direcionado à ação em que o ministro Luiz Fux é o relator.

A instabilidade política que o estado enfrenta atualmente começa em maio de 2025, quando o vice-governador, Thiago Pampolha, deixou o cargo para assumir uma vaga no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ). Depois disso, o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), foi afastado, cassado e depois preso. Sem um sucessor, Cláudio Castro (PL) decidiu renunciar para disputar o Senado, em meio a um processo de cassação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O ministro Flávio Dino suspendeu o julgamento no Supremo com um pedido de vista. O objetivo, de acordo com ele, é aguardar a publicação do acórdão do TSE, para que se tenha uma resposta exata sobre os efeitos eleitorais da condenação.

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