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Rodrigo Constantino

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Feminismo: de refúgio das barangas recalcadas para máquina de destruição de beleza

O feminismo era um antro de barangas recalcadas, que usavam o movimento para extravasar todo seu ódio pelas mulheres belas e femininas (as recatadas do lar, principalmente), e também pelos homens, já que esses não queriam saber de “pegá-las”. Umas 99% das feministas da outra geração eram lésbicas, ou de forma aberta ou enrustida. Não mais.

O sucesso do movimento feminista foi tanto que hoje, após sua clara radicalização, até mulheres bonitas aderem a ele. A força dos que apelam para a “fraqueza das minorias” é tremenda, e ou a moça sucumbe à pressão, ou sofrerá todo o ódio ou ostracismo do grupo. “A força mais enérgica não chega perto da energia com que alguns defendem suas fraquezas”, resumiu brilhantemente Karl Kraus.

Nessa “revolução das vítimas”, nessa “marcha dos oprimidos”, é preciso ser muito independente e corajosa para remar contra a maré feminista e manter a sanidade mental, bancar a escolha de continuar sendo… mulher!

Mas eis um detalhe: se é verdade que o feminismo passou a atrair até moças bonitas, também é verdade que ele conseguiu embarangar essas belas todas! Sim, você pode ser bonitinha e decidir embarcar na canoa furada do feminismo, para não se sentir muito isolada. Só que ele cobrará um elevado preço. Sim, você terá que se transformar para se sentir “in”, “cool”, e isso significa se tornar… uma baranga!

Isso mesmo! Roosh Valizadeh fez uma compilação de quase 30 mulheres que passaram da beleza para a feiúra em pouco tempo, justamente depois de flertar com o feminismo. É impressionante! O troço é mesmo uma máquina de destruição de beleza. Nem a Scarlett Johansson aguentou! É uma doença, uma praga que pode acometer qualquer uma, e uma noite ela irá dormir bela, e no dia seguinte acordar um tribufu. Vejam com os próprios olhos alguns exemplos:

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Cruzes! Por que essas mulheres fazem isso com seu próprio corpo? Por que tanta falta de amor próprio, de autoestima? É o efeito de uma ideologia perversa em mulheres que tinham tudo para preservar sua beleza, sua feminilidade. Mas não! Se elas fizerem isso, o movimento que diz lutar pelo “direito de todas as mulheres” vai cair em cima delas, acusá-las dos piores rótulos, atacá-las com ferocidade, como se fossem umas mulherzinhas ridículas, submissas, dondocas, donas de casa, mães!!! Que horror!

Para se provar “independente”, para se mostrar “descolada” e “empoderada” (argh!), a mulher tem que praticamente se transmutar em homem, e um homem feio, descuidado, largado. Tem que virar um bicho esquisito, um ser estranho, meio andrógino. Vai entender! É muita loucura mesmo.

Como pai de uma bela menina adolescente, feminina, só posso continuar lutando contra essa praga chamada feminismo, para tentar mantê-la o mais longe possível de minha linda filhinha. Eu não troquei tanta fralda, não me esforcei tanto em sua formação, não investi tanto em sua educação, e não comprei tanta parafernália da Mac para vê-la bancando um macho estranho ou virando uma mocréia desengonçada.

Não! Aqui em casa ensino desde cedo o que Vinícius de Moraes falou e Roger Scruton refinou com a filosofia: que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental!

Rodrigo Constantino

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Sobre / 

Rodrigo Constantino

Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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