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A história se repete: Israel é alvo de ataques contra civis inocentes e, óbvio, precisa reagir, para se defender e proteger sua população. Enquanto os terroristas de Gaza lançam foguetes contra israelenses, a imprensa hiberna, pronta para despertar somente no momento em que a resposta de autodefesa começa. Assim podem retratar Israel como o agressor, não como a vítima, pois na escala de vitimismo dos “progressistas” os israelenses praticamente não conseguem ponto algum. Leandro Ruschel resumiu bem a questão:

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Essa chamada abaixo diz tudo: Israel é colocado como o agente agressor, que estaria “bombardeando” Gaza. Mas na verdade foram disparados 300 foguetes de Gaza contra Israel antes, e qualquer manchete honesta daria destaque a isso, não ao legítimo direito de se defender de quem foi alvo de terroristas.

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Como a mídia normalmente só mostra palestinos alvejados, de preferência crianças para chocar e revoltar bastante o público, eis uma imagem de um foguete caindo em Israel, algo que raramente será mostrado pela imprensa:

Abaixo, segue um vídeo que gravei quando visitei Sderot, pequena cidade que vive em constante pânico por fazer fronteira com Gaza e ser alvo de foguetes o tempo todo. Há bunker por todo canto, sirenes fazem parte do cotidiano das crianças, e sucatas de foguetes são vistas por toda parte. Mas esse lado não é mostrado, pois Israel não é vítima nunca pela ótica esquerdista:

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Ontem mesmo publiquei aqui o vídeo de André Lajst sobre a situação entre Israel e Palestina, em que ele explica bem não se tratar de uma guerra entre dois países, mas sim entre terroristas e pessoas de bem, protegidas pelo estado de Israel. Palestinos são tão vítimas quanto israelenses, especialmente aqueles que não apoiam os terroristas do Hamas, mas que são submetidos ao seu regime opressor. É como a população ordeira e honesta das favelas cariocas: vive sob o medo e o domínio dos traficantes marginais, mas nem por isso aplaude o que esses bandidos fazem.

Israel é a polícia nessa equação, representa a lei e a ordem, a democracia e a civilização, lutando contra a barbárie, a marginalidade, o terrorismo. Mas, pasmem!, a esquerda “tolerante” prefere tomar o partido dos bandidos, dos terroristas. Tudo por conta de um ódio patológico que sente por Israel e pela América. São doentes!

Rodrigo Constantino