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Entre os pilares da civilização ocidental está a liberdade de expressão, fundamental para proteger os indivíduos da maioria e também garantir o progresso. Vários foram os pensadores que defenderam esse valor acima de tudo, como John Milton ou Voltaire, a quem se atribui a frase “não concordo com o que dizes, mas defenderei até a morte seu direito de o dizeres”.

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A tal frase teria sido usada para defender Rousseau, que Voltaire considerava “um poço de vileza”. Defender a liberdade somente quando estamos de acordo com o que é dito não é liberdade. O verdadeiro teste vem quando precisamos defender aquele com quem estamos em total desacordo, que julgamos até mesmo execrável. Na maioria dos países islâmicos, esses dissidentes costumam ser enforcados, são tratados como infiéis que merecem a morte.

No Ocidente, essa conquista liberal veio após muita luta e sangue, e era um valor bem sedimentado. Não mais. Isso foi antes de o politicamente correto criar uma cartilha totalitária, segundo a qual todos devem jurar obediência ou arcar com as consequências. Na “revolução das vítimas” em curso, as “minorias oprimidas” podem tudo, mas ai de quem ousar discordar de uma vírgula do manual “progressista”!

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Rodrigo Constantino