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O presidente americano Barack Obama disse que Mandela o fez querer ser um homem melhor. Como provar isso? Obama deu um histórico aperto de mão em Raúl Castro, ditador do regime mais nefasto da América Latina!

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Continuo cá com meu ceticismo contra tudo que é “unanimidade”. Essa canonização já passou dos limites. Uma coisa é reconhecer os méritos – e existiram, e não foram poucos. Outra, bem diferente, é idealizar, colocar num pedestal, tratar como santo. Isso não!

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Obama, ícone da esquerda caviar, agora é um homem melhor graças ao exemplo de “Madiba”. Mas vejam só o ato que ele fez pouco antes de dizer tais palavras! Cumprimentou como se amigo fosse aquele que demoniza seu país, o sistema capitalista americano, a liberdade individual, e que, ainda por cima, já confessou que adoraria jogar bombas atômicas em Nova York!

Como será que os milhões de cubanos refugiados em Miami estão se sentindo com esse “homem melhor” que é Obama hoje? Aquelas mãos que ele apertou, afinal, estão sujas de sangue, muito sangue inocente. Acho que prefiro os “homens piores”, aqueles que não se tornam camaradas de tiranos e não toleram os intolerantes assassinos…