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O melhor argumento para defender Donald Trump chama-se Hillary Clinton. Bate num espantalho todo aquele que aponta para os defeitos de Trump para ridicularizar quem o apoia. Sim, os liberais clássicos e os conservadores de boa estirpe sabem muito bem que o homem é egocêntrico, narcisista, bufão, adota retórica simplista e perigosa, parece defender o mercantilismo e endossa um nacionalismo tacanho. Please, tell me something new!

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Ninguém sério defende Trump por suas supostas qualidades. O que muitos fazem é tampar o nariz e defendê-lo pelo simples motivo de reconhecer uma ameaça ainda maior em sua oponente, aquela radical esquerdista e mitomaníaca que é pintada pela imprensa em geral como moderada e sensata. O que, aliás, diz toneladas sobre o avanço do esquerdismo no país dos “pais fundadores”, e como essa revolução foi silenciosa: mesmo uma seguidora de Saul Alinsky, aquele que escreveu um manual de radicalismo dedicado a Lúcifer, passou a ser vista como equilibrada e de centro.

Leandro Ruschel resumiu bem a coisa, usando como exemplo a reação ao discurso do pai de um soldado muçulmano durante a convenção democrata, que sensibilizou inclusive alguns “do lado de cá”:

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Com é fácil manipular a opinião pública. As pessoas simplesmente não pensam e agem emocionalmente. A esquerda de modo geral é imbatível em manipulação. E agora estão juntos com a Irmandade Muçulmana na luta para destruir a Civilização Ocidental, utilizando de maneira habilidosa a imprensa.