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O ministro da Educação cometeu erro de português em post no Twitter esta quarta, e depois apagou a mensagem. Mesmo assim foi grande a repercussão da fala de Abraham Weintraub — que escreveu ‘imprecionante’ em vez de ‘impressionante’.

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Foi um caso reincidente, já que o ministro escreveu "paralisação" com z outro dia. O domínio da língua não parece ser o forte do ministro, que gosta de "mitar" nas redes sociais. Seu estilo de confronto em nada ajuda nessa hora: há pouca empatia quando ele é o alvo dos detratores.

Lamentável e vergonhoso o erro de português do ministro, sem dúvida, mas acho que a população está mais preocupada mesmo é com o filho ir para a escola e ter disciplina em sala de aula, além de aprender a ler e escrever direito, a fazer contas, a conhecer a história sem tanta distorção ideológica. Tudo aquilo que os "especialistas" que tomaram conta da pasta nas últimas décadas não conseguiram entregar como resultado.

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E, obviamente, é uma prioridade da maioria dos pais que seus filhos não aprendam nos livros didáticos que Che Guevara foi um herói, que o socialismo é o máximo, que o capitalismo é terrível, que os Estados Unidos representam o grande vilão da humanidade etc. Essas baboseiras todas que tomam conta dos livros didáticos do Brasil, enfim.

O que tem de gente que aprende História com essa narrativa invertida não está no gibi. Isso é mais importante do que deslizes gramaticais do ministro, por mais embaraçosos que sejam: o filho não ir para a sala de aula aprender ideologia de gênero, dançar funk, aprender como colocar camisinha num pênis de plástico ou a gritar "Lula Livre".

É um erro triste, erro de linguagem é triste quando vem do Ministério que deveria dar um bom exemplo. Mas não é o mais relevante para a população. E, claro, não podemos esquecer de um detalhe aqui: é a própria esquerda que defende Paulo Freire e o relativismo gramatical.

Se o ministro quisesse bancar a vítima, bastava dizer que aprendeu português no ambiente dominado pelo paulofreirismo, e poderia puxar isso aqui da cartola, da época petista:

Livro adotado pelo MEC defende falar errado

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"Nós pega o peixe" ou "os menino pega o peixe". Para os autores do livro de língua portuguesa ''Por uma vida melhor'', da coleção Viver, aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC), o uso da língua popular - ainda que com seus erros gramaticais - é válido. A obra também lembra que, caso deixem a norma culta, os alunos podem sofrer "preconceito linguístico".

Por falar em era petista, não custa lembrar do erro crasso de Fernando Haddad, que foi ministro de Educação de Lula e candidato pelo PT contra Bolsonaro em 2018. Ele escreveu "racismo" com s antes do c!

Guilherme Fiuza, com sua ironia fina e grande poder de síntese, foi direto ao ponto para expor a hipocrisia dos esquerdistas:

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O ensino público brasileiro melhoraria - e muito! - se todo aquele que idolatra o comunista Paulo Freire saísse de posição de comando. Isso é muito mais importante do que eventuais erros de linguagem - até porque há uma incoerência dos elitistas aqui: Freire mandava não ligar tanto para isso!