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Guerra Fria 2.0: o lado certo, novamente, é o da América livre e democrática
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Os Estados Unidos têm subido o tom contra o regime chinês em meio a essa pandemia do coronavírus, e com toda razão. Trump já adotava discurso bem mais duro em relação ao país mais populoso do mundo, mas o que se descobriu até aqui sobre o papel do PCC na pandemia levaria inevitavelmente a uma escalada nessa postura.

E não só dos americanos: os japoneses, os ingleses, os australianos e outros povos começam a cobrar explicações. A ditadura chinesa perseguiu médicos e jornalistas, ocultou dados importantes, e usou a OMS como instrumento político. Tudo isso ajudou a produzir a pandemia que colocou o mundo de joelhos, custando milhares de vidas e trilhões de dólares.

As tensões geopolíticas já eram visíveis, e podemos estar caminhando a passos largos para uma segunda Guerra Fria, se já não estivermos nela. Em disputa, não só "interesses comerciais" das duas maiores potências do mundo, mas sim duas visões de mundo bem distintas, dois modelos totalmente diferentes de sociedade.

Tal como na primeira Guerra Fria, os Estados Unidos representavam a liberdade, a democracia, o império da lei, enquanto os soviéticos simbolizavam a opressão coletivista, a estatização de tudo, a escravidão. O truque do diabo é fingir que não existe, e a pior postura naquela época era a do "isentão", aquele que "enxerga defeitos e qualidades nos dois lados".

Ora, claro que a América dos "pais fundadores" não é perfeita! Mas é uma tática pérfida apontar falhas reais de um lado para proteger o outro, realmente maligno. É como constatar que um bom samaritano não é um santo isento de pecados, e usar isso para poupar com o relativismo um estuprador de crianças: ambos são "pecadores".

Estamos numa Guerra Fria 2.0? Cada vez parece mais ser esse o caso. E todo aquele que tiver algum juízo e um pingo de apreço pela liberdade deve defender o LADO CERTO, o americano, como na primeira Guerra Fria contra os comunistas soviéticos.

O exemplo da tecnologia 5G é interessante: quem defender por "pragmatismo" a compra dos fornecedores chineses, por ser mais barata apenas, está negligenciando todo o risco que significa delegar ao regime opressor chinês o potencial controle digital da nossa sociedade.

A China representa a maior ameaça ao mundo livre hoje, mais do que regimes nefastos como Coreia do Norte ou Irã. Isso pois ela tem o tamanho e o poder que tem, e porque usa essa força a seu favor numa propaganda pesada e também por meio de intimidação. Nikki Haley, ex-embaixadora americana na ONU, tem feito campanha para o mundo livre parar a China comunista.

Nessa nova Guerra Fria vamos precisar, mais do que nunca, de CLAREZA MORAL. É preciso evitar o relativismo hipócrita e covarde. Só há um LADO CERTO, que representa a LIBERDADE e a DEMOCRACIA: a América, como líder do Ocidente. A alternativa é um regime OPRESSOR.

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