Mídia militante segue ladeira abaixo em perda de credibilidade
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Não sou jornalista de formação, ao contrário de Oswaldo Eustáquio. Sou economista. Na minha área original, temos o Corecon. É o Conselho Regional que, na prática, nada mais é do que um antro da extrema esquerda que faz proselitismo socialista com meu dinheiro.

Imagino que a Associação Brasileira de Imprensa seja algo similar para os jornalistas. Criada em 7 de abril de 1908, seu principal objetivo era assegurar à classe jornalística os direitos assistenciais. Segundo Gustavo de Lacerda, seu criador, a associação deveria ser um campo neutro em que se pudessem abrigar todos os trabalhadores da imprensa.

O que vemos hoje, porém, é um antro de extrema esquerda fazendo proselitismo ideológico. E faz isso em nome da imprensa. O silêncio deve significar consentimento, e não seria espantoso, uma vez que o Congresso em Foco sempre expõe as preferências ideológicas dos jornalistas, encantados com o PSOL.

A ABI já entrou até com pedido de impeachment contra Bolsonaro, com base em... nada. Nesta terça, resolveu denunciar o "crime" do presidente: receber jornalistas para uma entrevista, estando contaminado com o coronavírus. Dar entrevista, eis o crime!

A mídia militante agoniza, eis a triste realidade. Incapaz de aceitar a perda do monopólio da narrativa, a imprensa partidária sofre com o avanço das redes sociais, que furaram a bolha "progressista" e expuseram a farsa do "jornalismo plural" de antes, que tinha hegemonia esquerdista.

Esses veículos de comunicação deram destaque para o fato de o presidente ter tirado a máscara durante a entrevista. A manchete do UOL, por exemplo, era apenas isso. Só quem entrasse para ler na íntegra descobriria que o presidente retirou a máscara quando estava longe dos jornalistas. Com meias verdades e muita distorção se conta grandes mentiras. Mas hoje elas não passam despercebidas:

Na era das redes sociais, o povo pode ver os fatos e comparar com as narrativas. E é aí que a credibilidade da mídia tradicional vai para o buraco. Afinal, o que resta para essa imprensa é basicamente isso: narrativas, narrativas ideológicas, torcida partidária!

O duplo padrão salta aos olhos, especialmente quando vemos o sepulcral silêncio dos pares jornalistas diante do desejo de morte do presidente pelo "respeitado" Helio Schwartsman, colunista da "prestigiada" Folha de SP, da qual já foi editor. Como aponta o professor de economia especializado em Escola Austríaca:

Seu desabafo duro é compreensível. Oswaldo foi tratado por toda essa ala da imprensa como "blogueiro", e praticamente ninguém saiu em sua defesa. Ele pode ser jornalista, mas apoia o governo Bolsonaro, e eis o seu grande crime! O militante de extrema esquerda Glenn Greenwald foi protegido mesmo quando recebeu material roubado por hackers e divulgou a conta gotas, em doses homeopáticas e sem aceitar perícia. Ele é da "patota", afinal.

Vejam esse outro exemplo. O grupo que fez uma reportagem sobre a cloroquina durante o surto da zika, recomendando que seu uso era seguro até para mulheres grávidas, agora sequer pode mencionar o nome do remédio na chamada, e destaca a falta de "comprovação científica" mesmo com inúmeros médicos o recomendando por estarmos numa pandemia, o que permite relaxar certos protocolos:

Em vez de enxergar o lado positivo de um presidente que exala otimismo e confiança mesmo contaminado, o jornal prefere trata-lo como irresponsável, pois a única postura aceitável é a histeria dos apavorados isolacionistas, a turma da Seita da Terra Parada, como ironiza Guilherme Fiuza.

E não pensem que aqui nos Estados Unidos é muito diferente, pois não é! A mídia mainstream faz campanha contra Trump desde o primeiro dia, e destila todo seu viés em cada "reportagem". Quando Mike Pence apareceu, sozinho, sem máscara, foi uma celeuma. Já Alexandra Ocasio-Cortez, a queridinha dos democratas, uma radical socialista, solta germes na cara de uma criança, isso é "fofo" ou deve ser ignorado. Não nas redes sociais, porém:

Eis o que esses militantes disfarçados de jornalistas se recusam a admitir: o truque foi revelado, a farsa foi exposta, as máscaras foram rasgadas. Por trás de toda aquela pose de JORNALISTA imparcial, que só observa FATOS de forma isenta e desapaixonada, jaz um militante esquerdista com viés escancarado.

Ao insistir no show farsesco, tudo que essa ala da imprensa vai conseguir é perder ainda mais credibilidade. E, claro, fortalecer Trump e Bolsonaro, pois qualquer pessoa neutra que rejeita a injustiça acaba tomando seu partido nessa batalha.

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