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Penso que qualquer brasileiro normal, atento ao que se passa no país, oscila entre a esperança otimista e o desespero pessimista. Somos naturalmente inclinados ao otimismo em nosso país, desde que o Brasil virou o "país do futuro" - que insiste em não chegar. Mas, de tempos em tempos, a realidade é esfregada em nossa cara: são muitos os inimigos do progresso.

Faço uma ressalva: acordei com dor de garganta e isso pode estar afetando meu raciocínio. Corpo são, mente sã, diz o ditado. Meu estado de humor, admito, pode estar sob influência dessa situação. Mas a impressão que tenho é a de que está tudo errado, especialmente do lado que fala tanto em democracia, tolerância e defesa das instituições, enquanto demoniza o atual governo.

Navegando pelas redes sociais logo cedo, como sempre faço, deparo-me com o próximo entrevistado da TV Cultura - ou TV Doria, para ser mais preciso. Claro! Previsível demais! O deputado Luís Miranda, notório embusteiro conhecido aqui na Flórida, será o entrevistado pela bancada liderada por Vera Magalhães. Ela não consegue mais mascarar o critério: se fala mal de Bolsonaro, ganha os holofotes. Talvez nenhum outro programa ilustre melhor a morte do jornalismo do que o Roda Viva, que já morreu faz tempo.

Lendo os jornais depois, ossos do ofício, encontro essa coluna na Folha de SP. "Purgado pelo impeachment, o genocida teria os direitos políticos cassados por oito anos", conclui sua autora, Cristina Serra. O subtítulo chama Bolsonaro de serial killer, para pegar carona no caso do Lázaro - o verdadeiro serial killer que foi, pasmem!, defendido por esquerdistas. Genocida, serial killer: a Folha de SP segue como o maior gabinete do ódio do planeta. Mas insiste na narrativa de que é Bolsonaro quem tem um gabinete do ódio...

Falando em Vera e Folha, lembramos do imitador de focas. Foi esse "jornalismo" que resolveu levar a sério uma figura como Felipe Neto. Aí sou obrigado a ler esse tipo de baboseira: o rapaz foi alçado ao patamar de intelectual da internet! O quão patético isso pode ser? Até onde vão na tentativa de enaltecer o que há de pior entre nós? Um colega meu chama isso de "merdolatria", e ele tem um ponto. Na era do politicamente correto, quanto pior, melhor. Mas não deixa de revelar a decadência moral da esquerda...

Falando no imitador de focas, logo lembramos do maior corrupto da história deste país, o ex-presidente Lula, cujo instituto bancado pela Odebrecht forneceu uma "aula" do dito cujo. Lula está solto e elegível graças aos seus companheiros supremos, num ativismo judicial sem precedentes no país. Candidatíssimo, passa seu tempo escrevendo bobagens nas redes sociais, bancando novamente o conciliador, o Lulinha Paz e Amor.

O ladrão mentiroso consegue cair em contradição com apenas duas frases. A segunda já nega a primeira. Não vai ficar falando mal do adversário, promete o safado. Mas imediatamente depois fala mal do adversário. O PT instaurou o "nós contra eles" no Brasil. É o mestre nesse tribalismo. Lulinha Paz e Amor não cola mais...

Além disso, Lula resolveu atacar o voto auditável, para a surpresa de ninguém. Eu já desconfiava MUITO das urnas eletrônicas, que nenhum país desenvolvido usa da mesma forma, e não é por falta de capacidade tecnológica. Agora tenho plena convicção de que são fraudáveis e que o mecanismo lulista está preparando um golpe mesmo...

Ao falar nas urnas, logo pensamos em Barroso, o garoto-propaganda delas, que tem feito campanha contra as mudanças propostas e tramitando no Congresso (novo ativismo indevido). Barroso basicamente repete "la garantia soy yo" em três línguas, mas não apresenta as provas da lisura do troço. Falar da urna até passa, já que ele é presidente do TSE. Mas o nosso ministro "ungido" vai além, e propõe reforma do sistema de governo em nosso país, sugerindo a redução dos poderes presidenciais, o que vai totalmente além de suas atribuições como ministro do STF. Pensei que vossa excelência fosse ministro supremo. Não sabia que era parlamentar. Quantos votos teve na última eleição mesmo?

O editorial da Gazeta do Povo de hoje toca no assunto do ativismo supremo e conclui: "O dever de imparcialidade dos magistrados exige que eles mantenham toda a distância possível de articulações que competem exclusivamente às forças políticas no parlamento". Perfeito. Mas quem vai parar esse ativismo, quando cabe ao Senado impor tal freio e os senadores preferem abanar o rabo preso para tais ministros, pois possuem foro privilegiado? Tudo errado.

Por falar na Gazeta, uma reportagem hoje mostra o relatório da ONG Repórteres Sem Fronteira com uma lista dos "predadores" da liberdade de imprensa pelo mundo. A lista está repleta de líderes socialistas defendidos por nossos "democratas" de ocasião, esses que banalizam o quebra-quebra promovido por baderneiros comunistas e anarquistas nas manifestações da oposição. Quem é socialista e critica Bolsonaro por "ataque à imprensa" não passa de um hipócrita, portanto. No mais, não dá para confundir retórica agressiva com prática abusiva. A esquerda compra ou cala na marra a imprensa. E tem prostituta com abstinência da grana, pelo visto...

Por falar no chinês "fofo", cheio de vassalos em nossa mídia e nosso Senado, uma denúncia publicada pela revista Oeste mostra como funciona a "política de dissuasão" do Partido Comunista Chinês aos seus críticos. Enquanto isso, somos obrigado a aturar o embaixador chinês do Brasil publicando textos em revistas e jornais sobre as maravilhas do sistema chinês, "apoiado" pelo povo.

Como fica claro, está tudo errado! A esquerda inverteu tudo, faz uma campanha intensa contra aquilo que presta e enaltece tudo o que não presta. A guerra cultural marxista plantou ventos e agora colhe tempestade. Mas não quero fechar com tom sombrio. A garganta dá uma leve trégua, e isso pode ter ajudado. O desfecho precisa ser positivo, pois somos o povo da esperança que nunca morre. É por isso que nem tudo são espinhos. Procurando com jeitinho, encontramos notícias boas também. Como esta:

Os cães ladram e a caravana passa. O Brasil vai dar certo, apesar de Lula, do imitador de focas, do embaixador chinês, da Folha de SP e do ministro "ungido"...

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