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167 mil devem ser vacinados contra a gripe A na 1.ª fase

  • PorPollianna Milan e Fernanda Leitóles - Colaborou Denise Paro, da sucursal de Foz do Iguaçu
  • 08/03/2010 21:12

Ontem começou a primeira etapa de vacinação contra a Gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína. Não há uma estimativa de quantas pessoas foram imunizadas no primeiro dia da campanha, mas a expectativa é de que receberão a dose, até o dia 19 de março, 167 mil pessoas no Paraná: 154 mil profissionais da área de saúde (que estão diretamente envolvidos com a gripe A) e cerca de 13 mil indígenas – eles fazem parte do grupo 1. O segundo grupo, o das gestantes, começa a receber a dose a partir do dia 22 deste mês.

Ainda desinformados, poucos índios procuraram ontem o posto de saúde da Aldeia Ocoy, em São Miguel do Iguaçu. Agentes de saúde e enfermeiras já esperavam a baixa adesão pelo fato de a campanha estar no início, mas ontem mesmo começaram a mobilizar a comunidade e vacinaram dezenas de pessoas, de todas as idades. A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) pretende vacinar todos os 13 mil índios aldeados no estado, espalhados em 45 aldeias de 28 cidades paranaenses.

Os índios foram incluídos na primeira fase da campanha por terem histórico de baixa imunidade, segundo o chefe do Distrito Sanitário Especial Indígena da Funasa, Paulo dos Santos Camargo. O órgão ainda não sabe precisar a quantidade de pessoas imunizadas até o momento, já que a vacinação indígena é realizada pelas secretarias de Saúde dos municípios.

No Hospital de Clínicas de Curitiba, que foi referência no ano passado no atendimento a pacientes com suspeita de ter contraído a nova gripe, 5 mil profissionais devem receber a vacina. Ontem, nas duas primeiras horas, 200 funcionários foram imunizados. Só na capital serão 40 mil profissionais da saúde que receberão a dose. O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Martin, concederia ontem uma entrevista para esclarecer dúvidas sobre a campanha contra a nova gripe. A reunião foi cancelada, porém, em decorrência da morte do ex-secretário de saúde Claudio Xavier.

Além da vacina, lavar as mãos com água e sabão e, depois, usar álcool em gel são métodos eficientes para evitar a doença. O sindicato das escolas particulares começou ontem a orientar novamente as escolas sobre as medidas de prevenção, com atenção para a higienização dos brinquedos de uso comum, maçanetas e carteiras escolares.

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