Um tratamento desenvolvido na França conseguiu interromper a evolução da doença degenerativa adrenoleucodistrofia (ADL) em duas crianças. O filme O Óleo de Lorenzo tornou conhecido o drama dos pais com filhos que sofrem da doença. No mês passado, a Gazeta do Povo revelou a história de uma criança que sofre da doença em Curitiba.
A ADL leva a um processo de neurodegeneração que começa com quadros de déficit de atenção e evolui para cegueira, surdez, paraplegia, incapacidade de engolir e se comunicar.
A revista Science publica um artigo que descreve a nova proposta de tratamento. O grupo responsável pela técnica sempre se mostrou cético quanto à eficácia do óleo descoberto por Augusto Odone para tratar seu filho, Lorenzo.
O professor de Pediatria da Universidade Paris-Descartes Patrick Aubourg, um dos principais autores do estudo divulgado ontem, investiu em outra abordagem de tratamento: o transplante de medula óssea. A estratégia sempre esbarrou no problema da descoberta de doadores compatíveis em tempo hábil. A técnica descrita na Science revela um possível caminho para resolver o problema de disponibilidade de medulas e para diminuir riscos do transplante.
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