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Moro a duas quadras da Avenida Marechal Floriano, importante eixo de transporte da região sul, e não há calçadas. Para se chegar a uma estação-tubo ou terminal, o pedestre tem de dividir espaço com os carros. E no Centro a situação parece pior, pois há calçada, mas a maioria é de petit-pavé, que fica lisa com o tempo e vira um verdadeiro "sabão" quando chove ou garoa, além de se soltar com facilidade. A primeira aplicação é feita de forma correta, mas depois vem a empresa de internet, outra de telefonia, a Copel, a Sanepar, quebram tudo e depois recolocam de qualquer jeito. Tinha de haver uma fiscalização.

Rafael Mesquita

Resposta: A Lei 11.095/2004 dispõe sobre áreas de passeio de Curitiba e atribui aos moradores a responsabilidade da construção de calçadas nas áreas frontais aos imóveis particulares, explica a prefeitura. Estão sendo feitos estudos para a criação de um novo plano diretor de calçadas para a cidade. As obras feitas por concessionárias de serviços de telefonia, saneamento e iluminação são fiscalizadas pela prefeitura e a população pode ajudar informando à Central 156 os locais onde são observadas irregularidades.

Comentário do leitor: Acredito que após mais de oito meses de governo está na hora de fazer, agir, não de estudar, pensar, ver, e coisa que o valha. O que foi o que a população ouviu até agora sobre calçadas, táxis, metrô, ciclovias, mobilidade? E minha denúncia se referia ao Centro inteiro. Em todas as quadras há alguma irregularidade causada por alguma companhia.

Raízes de árvores

Moro na Rua Coronel Temístocles de Souza Brasil e minha calçada externa foi feita com paralelepípedo (pedras quadradas), o que é bom, mas as raízes das árvores do local estão empurrando as pedras para cima, tornando o local perigoso para os pedestres. E, mesmo colocando outro tipo de calçada, os problemas continuarão. Até a minha casa e as de vizinhos sofrem com essas raízes, que causam trincas em paredes, calçadas e muros. O melhor seria cortar as árvores atuais e plantar outras que não enraizassem tanto, e não comprometessem as calçadas. Também temos tido problemas com o esgoto porque as raízes invadem as manilhas e formam um verdadeiro "chumaço", impedindo o fluxo de água. Sou a favor de calçadas boas, e até faço a minha como quiserem, mas antes é preciso que nos tirem essas árvores que nos dão tantos problemas. Que plantem outras, menos agressivas aos nossos imóveis e calçadas.

Orlando de Assis

Resposta: O leitor deve registrar na Central 156 um pedido de avaliação da situação relatada. Cabe lembrar que a retirada de árvores existentes nos espaços públicos só é feita depois de análises que apontam problemas fitossanitários com riscos de queda; quando comprovadamente interferem no funcionamento das redes de água e esgoto; ou em situações em que não há alternativas para solução de problemas. A poda das raízes é uma prática contraindicada porque causa a desestabilização da árvore e aumenta o risco de queda e acidentes.

Avenida Integração

Nós, moradores do Bairro Alto e Atuba, que esperávamos o alargamento da Avenida Integração, vimos com desconfiança a colocação de postes sem alinhamento e rente ao meio-fio. Agora estamos estupefatos, pois a Avenida Integração está sendo feita com metragem diferente a cada quadra, variando entre 6 metros e 8 metros de largura. E os pontos de ônibus continuam sem recuo. Empreiteiros dizem que as obras são do PAC, mas não seria a prefeitura a responsável pela verba pública? Seja obra do PAC ou não, quem se responsabilizará pelos acidentes que acontecerão?

Rudnei L. Lang

Resposta: A prefeitura responde que a obra mencionada pelo leitor está sendo executada sob responsabilidade do governo do estado, a quem cabe também a fiscalização.

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