
Cinco anos após o assassinato da missionária norte-americana naturalizada brasileira Dorothy Stang, um dos acusados de ser o mandante do crime vai hoje pela primeira vez a julgamento, em Belém (PA). O fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, é o único dos cinco réus do processo que nunca enfrentou o Tribunal do Júri.
Há pouco mais de duas semanas, Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, foi condenado a 30 anos de prisão, também pela suspeita de ser mandante. Os outros três já foram considerados culpados.
A defesa de Taradão tentou prorrogar mais uma vez o julgamento, mas o STF indeferiu o pedido. Em 2005, a freira foi alvejada com seis tiros numa estrada de Anapu (PA).







