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Ao menos três dos quatro acusados de participar da chacina que matou o ambientalista Jorge Grando, em abril de 2011, na cidade de Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba, devem entrar com uma ação na Justiça contra o Estado, pedindo indenização por danos morais. Eles reclamam da condução da investigação que os acusou e dizem ter sofrido bastante constrangimento durante o inquérito, mesmo com a falta de provas, que os inocentou. Mesmo inocentados, o delegado do caso acredita que eles sejam culpados.

A ex-mulher do ambientalista, Derise Farias Pereira Grando, foi acusada de ser a mandante do crime, com a intenção de conseguir uma quantia em dinheiro que estaria dentro da chácara em que o ambientalista e mais quatro pessoas foram mortas. Além dela, foram acusados Adilson Rocha, João Carlos Rocha e Edival de Souza da Silva. O Ministério Público denunciou os suspeitos, mas pediu, em novembro de 2013, a inocência deles por falta de provas. Na última segunda-feira, a Justiça seguiu o pedido do MP e julgou improcedente a acusação pela chacina.

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