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Ponta Grossa

Adolescentes que mataram colega a pedradas tentaram simular estupro

O corpo foi encontrado pela polícia somente na quarta-feira e os adolescentes confessaram participação na morte apenas na noite de sexta-feira

  • PorMaria Gizele da Silva, da sucursal
  • 25/07/2010 18:45

Os três adolescentes envolvidos na morte de Miriam de Paula, que completaria 14 anos no último sábado, tentaram simular um estupro. O crime aconteceu na última segunda-feira (19) em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. O corpo foi encontrado pela polícia somente na quarta-feira e os adolescentes confessaram participação na morte apenas na noite de sexta-feira. Segundo o delegado João Manoel Garcia Alonso Filho, os adolescentes tiraram as roupas de Miriam para simular um estupro e assim atrasar as investigações.

Uma adolescente de 16 anos confessou ao delegado ter matado Miriam porque ela estaria delatando crimes praticados por colegas da autora. "Ela foi bastante fria e o todo tempo falava que tinha mesmo a intenção de matar a adolescente", completa o delegado. Um adolescente de 16 anos e uma outra adolescente de 12 anos participaram do crime.

Os três consumiam bebida alcoólica com a vítima quando aconteceu a morte. Miriam morava com a avó numa edícula na periferia de Ponta Grossa. Ela saiu de casa na tarde de segunda-feira para visitar uma tia e não voltou mais. A avó, conhecida como Olídia, pediu ajuda em orações para a proprietária da casa, Isabel da Silva, mas soube do fim trágico da neta na manhã de quarta-feira. "Ela era uma menina muito comportadinha, foi muito triste o que aconteceu", afirmou a vizinha.

Conforme o delegado, os adolescentes estão em liberdade porque não havia situação de flagrante. Na próxima terça-feira, ele deve encaminhar o relatório do caso à Vara de Infância e Juventude, que poderá pedir o internamento provisório dos três adolescentes. A avó de Miriam está sob efeito de calmantes. Ela criou a menina porque os pais morreram quando ela ainda era bebê. Neste domingo, ela deixou a residência para um endereço não divulgado aos vizinhos.

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