Nesta segunda-feira, uma manifestação apontou quatro prédios desocupados em Curitiba que poderiam servir como habitação popular| Foto: Henry Milléo/ Agência de Notícias Gazeta do Povo
Mais de 80 representantes de cinco países e de 23 estados brasileiros estão reunidos em Curitiba para debater o acesso à moradia popular
Evento promovido pela Secretaria Latino Americana de Moradia Popular ocorre em Curitiba de 9 a 12 de junho e discute acesso à moradia popular
Ativistas sociais participaram nesta segunda-feira (10) de uma manifestação na região central de Curitiba para alertar sobre as deficiências habitacionais da capital
Participam dos debates sobre moradia popular, em Curitiba, representantes da Venezuela, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil

Ativistas sociais da Venezuela, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil, ligados ao direito à moradia popular, participaram nesta segunda-feira (10) de uma manifestação na região central de Curitiba para alertar sobre as deficiências habitacionais da capital. Durante o protesto, quatro prédios localizados no Centro da cidade, e que não estão ocupados, foram marcados pelos ativistas como locais que poderiam ser utilizados por pessoas sem acesso a habitação.

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A manifestação faz parte de um evento, sediado em Curitiba, organizado pela Secreataria Latino Americana de Autogestão Popular, no qual será discutido o direito à habitação social. O debate ocorre até o dia 16 de junho e reúne entidades nacionais e internacionais ligadas ao tema.

"Como em muitas cidades, Curitiba tem inúmeros prédios que não cumprem a função social deles, que não estão servindo para nada. Enquanto isso, o país tem um déficit social muito grande, com pessoas sem casas, moradores de rua. Esses imóveis, sejam públicos ou privados, precisam cumprir suas funções sociais", explica a coordenadora nacional da União por Moradia Popular, Maria das Graças Silva de Souza.

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Confira imagens da manifestação