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Negociação

Autor de ação não descarta novo acordo

Autor da ação cível pública contra o Hospital de Clínicas (HC), o procurador do trabalho Ricardo Bruel da Silveira diz que é preciso ter garantias de que haverá de fato a substituição dos celetistas por pessoas concursadas no HC nos próximos anos, antes de aceitar uma nova dilatação do prazo. "Tem que ver em que condições foi feito esse acordão no TCU e se isso realmente vai resolver o problema. Já temos um acordo nos autos e ele precisaria ser cumprido", diz.

Silveira, porém, não descarta um novo acordo. "Claro que ninguém quer inviabilizar a prestação de serviço do hospital, se for algo factível, que vá produzir bons resultados, é possível haver um acordo sim. Mas isso vai depender da análise do juiz", completa. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau Público de Curitiba (Sinditest), que representa os funcionários da Funpar, defende um novo acordo na Justiça. "Sem esses trabalhadores, o hospital fecha. Tem ainda o problema social que vai gerar se colocar na rua cerca de 1,2 mil trabalhadores de uma só vez", diz o presidente do Sinditest, José Carlos Assunção Belotto.

Mas ele considera que, depois do acordão feito no TCU, o pior já passou. Belotto vislumbra inclusive a chance dos celetistas se tornarem servidores do HC com os concursos que serão abertos pelo Ministério da Educação (MEC) a partir de 2007. "Estamos organizando um curso preparatório para que eles possam se preparar para o concurso e defendemos ainda que a experiência de serviço no HC seja um critério considerado para a aprovação no concurso, como uma prova de títulos", explica. (SLD)

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