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Injúria racial e racismo

Como a banalização e a relativização prejudicam o combate ao racismo no Brasil

  • Por Gabriel Rodrigo Sestrem
  • 19/11/2020 20:54
Racismo
Especialistas explicam que casos de banalização do preconceito racial reforçam atenuação do comportamento racista| Foto: Pixabay

O Brasil foi a última nação do continente americano a abolir a escravidão, com a extinção do trabalho escravo de pessoas negras em 1888. Mais de 120 anos depois, mais precisamente em 2011, uma lei instituiu o Dia da Consciência Negra, que é lembrada em 20 de novembro. Entretanto, o país ainda convive com aspectos bastante delicados relacionados ao preconceito racial – os registros de injúrias raciais no Brasil tiveram aumento de 23,4% no ano passado, de acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020. Nesse cenário, a banalização e a relativização do racismo surgem como agravantes que tornam ainda mais desafiadora a superação da discriminação no país.

De forma simplificada, a banalização do preconceito racial ocorre quando situações que não configuram crimes de racismo ou injúria racial são apontadas como se houvesse, de fato, ocorrido um delito. Por outro lado, na relativização, aspectos relacionados à discriminação racial são menosprezados, dando a entender que quaisquer denúncias de crimes relacionados ao preconceito racial seriam mera “vitimização”.

De acordo com especialistas consultados pela Gazeta do Povo, os casos de banalização do preconceito racial – que ora ocorrem por interesses individuais, ora pelo desconhecimento do que configura um crime racial – prejudicam o combate ao racismo, já que reforçam comportamentos de atenuação da discriminação relativa à raça.

“As várias situações em que há banalização do preconceito racial faz com que casos reais percam a seriedade. Esse tipo de conduta nos faz perder de vista os problemas reais relacionados ao racismo”, observa Paulo Cruz, professor de Filosofia e Sociologia e uma das principais vozes sobre questões raciais no Brasil.

Um caso recente em que o conceito de racismo foi erroneamente citado ocorreu no dia 6 de novembro, quando uma dupla de músicos criou um vídeo com um falso ataque racista, com o objetivo de ganhar mais seguidores para o lançamento de uma canção. No vídeo, o rapaz diz palavras racistas para uma mulher, que supostamente seria sua diarista. Após a repercussão, os músicos publicaram um vídeo e uma nota explicando que a situação realmente havia sido criada pelos dois para aumentar a quantidade de seguidores nas redes sociais.

Outro caso recente ocorreu, em 21 de outubro, em uma agência bancária, em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Uma mulher negra, com sua filha em um carrinho de bebê, insistiu em entrar na agência pela porta de deficientes em vez de usar a porta giratória, o que contraria os procedimentos de segurança obrigatórios das instituições bancárias. Após ser impedida, a mulher chamou a polícia para registrar o boletim de ocorrência e passou a acusar publicamente o banco de racismo em suas redes sociais.

Depois do ocorrido, o banco publicou uma nota em que reforça a importância do procedimento de segurança a todos os clientes para garantir a segurança de suas unidades.

Em outra ocasião, em janeiro deste ano, uma mulher acusou outro banco de racismo, após a gerente desconfiar que seu documento de identificação era falso e chamar a polícia. Ela acusou a instituição financeira de preconceito racial e afirmou que os funcionários da instituição estranharam a movimentação de valores altos em sua conta devido ao fato de ela ser negra. Na ocasião, o banco chegou a emitir uma nota pública se desculpando pelo corrido. Entretanto, ao sair da delegacia, a mulher havia rasgado e queimado o documento supostamente falso, o que levantou suspeitas por parte da polícia. Após os laudos periciais produzidos pelo Detran e pelo Instituto Félix Pacheco, a polícia concluiu que, de fato, o documento era falso.

O advogado José Antônio Rosa, que é negro, aponta que esses episódios, além de fazer com que casos reais percam a seriedade, reforçam o comportamento relativizador do racismo e fortalecem um argumento que muitas vezes é utilizado por racistas de que “tudo é racismo” ou que “tudo é vitimização”.

“A questão racial no Brasil precisa ser tratada de forma criteriosa, racional e razoável. Quando as pessoas começam a enxergar racismo em tudo ou utilizam isso como forma de tirar vantagem, isso gera outros problemas que podem prejudicar a mudança de mentalidade na sociedade. E também fortalece a relativização de casos reais”, afirma.

Rosa afirma que, no Brasil, existem dúvidas por parte da sociedade quanto ao que configura os crimes de racismo e injúria racial e destaca a importância de separar situações concretas de crimes raciais de outras que não se configuram como tal. “Tem que ser muito criterioso nessa análise, porque acusar uma pessoa de ser racista é muito sério. Quando alguém quer ser racista, essa pessoa não deixa nenhuma dúvida quanto a isso, e normalmente ela já tem um histórico de preconceito racial em sua vida”, reforça o advogado.

Paulo Cruz, que também é negro, afirma que a multiplicação de denúncias falsas de crimes raciais tem a ver com a forma como a situação tem sido tratada no Brasil, com pessoas e partidos políticos buscando obter vantagem com a causa. “O racismo se tornou uma bandeira de espaço político, de carreira acadêmica, de espaço na mídia. Para muita gente, o racismo virou um negócio. Há uma agenda política e isso chegou na população comum. Como resultado, há a banalização e a relativização do preconceito racial”, afirma.

Diferença entre racismo e injúria racial

No Brasil, os conceitos jurídicos de injúria racial e racismo são diferentes. O crime de injúria racial está previsto no Código Penal (artigo 140, parágrafo 3º) e estabelece a pena de reclusão de um a três anos e multa.

Já o racismo está previsto na Lei 7.716/1989 e a pena pode chegar a cinco anos. De acordo com a Constituição Federal, é um crime inafiançável e imprescritível.

A injúria racial ocorre quando alguém ofende outra pessoa com uso de elementos referentes à raça, cor, etnia, religião, origem ou à condição de pessoa idosa ou com deficiência. O delito diz respeito à ofensa individual, como usar um palavrão para se referir a um negro ou a um judeu, por exemplo. “O crime de injúria racial é referente ao racismo relacional, isto é, àquele que se faz presente nas relações interpessoais, afetando os indivíduos em escala individual”, explica Dennis Pacheco, cientista em humanidades e pesquisador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, na última edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública.

Já o crime de racismo incide não sobre um indivíduo, mas é caracterizado pela ofensa a uma coletividade indeterminada de indivíduos e entendido como discriminação contra a integralidade da população de uma raça, nacionalidade ou religião. Trata-se, portanto, de condutas discriminatórias a um grupo racial.

“O crime de racismo refere-se à coletividade difusa, fazendo referência a esforços de desumanização da coletividade racial em questão, bem como aqueles empreendidos no sentido de negar emprego, fazer diferenciação salarial, impedir acesso ou recusar-se a prestar serviço em função de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, orientação sexual, bem como fazer apologia a simbologias nazistas”, aponta o pesquisador.

Dados do Brasil

De acordo com dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2020, divulgado em outubro, enquanto os registros de injúria racial em todo o Brasil tiveram alta de 23,4% entre 2018 (9.110 casos) e 2019 (11.467 casos), os registros de crime de racismo diminuíram 14% entre os dois anos, com 1.429 ocorrências registradas em 2018, e 1.265 em 2019.

Os estados que apresentam maior número de registros de casos de injúria racial foram: São Paulo (3.987 casos registrados em 2018 e 2019); Santa Catarina (2.880) e Rio Grande do Norte (2.860). Entretanto, ao considerar a taxa de registros por 100 mil habitantes, que traz números proporcionais ao número de habitantes de cada unidade federativa, Santa Catarina e Rio Grande do Norte lideram o ranking.

Por outro lado, nos números referentes ao crime de racismo, em números totais os estados Maranhão (469 casos nos dois anos), Mato Grosso (446) e Santa Catarina (413) surgem como detentores dos maiores números de registros. Quanto às taxas por 100 mil habitantes, Mato Grosso lidera a lista, seguido por Manaus e Amapá.

Apesar dos números apresentados, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) – entidade responsável pelo estudo –, ressalta que não é possível ter uma noção exata do quadro referente aos crimes relacionados a preconceito racial no Brasil, já que o levantamento é feito a partir de informações repassadas pelos governos estaduais e nem todos os estados enviaram dados referentes aos registros no período pesquisado.

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Comentários [ 27 ]

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    Pzig

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    Verdade! Virou show de Mimimi e vitimismo. Além de uso político, o que acaba criando mais insatisfação e ódio além de romper com a sociedade.

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    Paulo César de Castro Silveira

    21/11/2020 13:28:13

    já mandei duas mensagens e minha assinatura não foi cancelada ainda. Se não tiver cancelada ainda hoje vou ao procon.

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      Road Warrior

      21/11/2020 18:02:16

      Assine o folhetim de esquerda “The Intercept” aquele mesmo que publicou mensagens hackeadas e adulteradas. Ultimamente também criou um factoide “estupro culposo” ... Demorou Mana...

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    Rodrigo Gomes

    21/11/2020 10:47:43

    Grande artigo! A violência do que ocorreu no mercado é abominável em qualquer situação, porém muito me estranha a rapidez com que grupos e a mídia levaram para classificar o ato como racismo. Qual fato leva a crer nisso? Qual a evidência? Qual a prova que a agressão ocorreu devida a raça? Não sabe nem ao menos o contexto do ocorrido.

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    Carlos Augusto Crusius

    20/11/2020 18:43:38

    Parabéns ao Dr José Antônio Rosa por suas posições lúcidas e corajosas.

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    Giba12

    20/11/2020 17:16:09

    Palhaçada importada, negro mata muito mais negro que branco e a mídia tá nem aí. Fico ao lado de Morgan Freeman e Sérgio Camargo.

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    José Carlos Ribeiro

    20/11/2020 16:37:12

    Educação? Neste País? Chamam isto de educação?! Mais um negro morto por brancos e suntuosamente e com muita satisfação filmado por uma funcionária branca do carrefour. Esta mulher também deve ser punida com rigor, como co-autora deste crime hediondo. Talvez ela seja simpatizante da KKK e registrara o fato a posteridade, em como assassinar um negro. Educação, artigo 3 da Constituição? Balela! O racismo e a escravidão perdura em todos os seguimentos políticos, econômicos, sociais. Basta olhar quantos negros existem no congresso e no senado, quantos negros ascenderam às prefeituras e câmaras dos vereadores nesta eleição e o que estão passando. Me orgulho em ser NEGRO!

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    José Carlos Ribeiro

    20/11/2020 16:35:57

    A educação neste País é cada vez mais decadente. Mais um negro morto por brancos e suntuosamente e com muita satisfação filmado por uma funcionária branca do carrefour. Esta mulher também deve ser punida com rigor, como co-autora deste crime hediondo. Talvez ela seja simpatizante da KKK e registrara o fato a posteridade, em como assassinar um negro. Educação, artigo 3 da Constituição? Balela! O racismo e a escravidão perdura em todos os seguimentos políticos, econômicos, sociais. Basta olhar quantos negros existem no congresso e no senado, quantos negros ascenderam às prefeituras e câmaras dos vereadores nesta eleição e o que estão passando. Me orgulho em ser NEGRO!

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    Ghislene Elizabeth Wheeler

    20/11/2020 15:38:42

    A ideia ou palavra de racismo ou racista é uma forma de intimidação. Ideologicamente é uma voz para desviar a população e pesar as consciências dos brasileiros pelos caminhos e atalhos fáceis da nossa já sofrida e desejada evolução.

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    Dylan Rees

    20/11/2020 15:38:36

    "Racismo" passou a ser ferramenta para alavancar o desejo - de indivíduos e de mentores políticos. Para ser eficaz a sua definição precisa ser vaga para poder se ater a apenas "vitimas". Por exemplo, o papel da overdose de Fentanyl é ignorado na morte de uma vítima de "racismo".

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    Pedro Silva

    20/11/2020 15:19:00

    Fica complicado fazer uma matéria dessas um dia depois do que aconteceu no Carrefour. Gazeta deveria ser mais cirurgico pra publicar esse tipo de texto. Pra virar um "petismo de direita" não está muito difícil pelo jeito.

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    Arno Winter

    20/11/2020 13:51:08

    Concordo com a Ana Luiza que sintetizou : ideologia . De fato do racismo descambou para o ambiente ideológico . E todas as leis,no meu modesto entendimento, levaram ao agravamento desse ambiente hostil .Raça ??? É a humana .

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    jean marcelo sales

    20/11/2020 13:50:07

    Impressionante como as pessoas brancas são do mal. Todo dia tem alguém batendo num negro sem motivo.

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    Yuri Pimenta Caon

    20/11/2020 13:23:53

    Enquanto houver oportunista se fazendo ou se valendo do vitimismo o problema nunca será tratado de forma séria.

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    Irani Maciel

    20/11/2020 12:42:45

    É preciso que as autoridades (e a sociedade, em última análise) entenda que preconceito racial só se resolve com educação, LEIS NÃO MUDAM ISSO. E todos os representantes da sociedade, qualquer que seja a etnia, precisam conviver diuturnamente com a realidade de que todos temos sangue vermelho, todos somos passíveis de morrer, todos convivemos no mesmo orbe, temos SIM oportunidades (uns mais outros menos) de tocar a vida. As escolhas que fazemos NOS FAZEM.

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    Leonardo David

    20/11/2020 12:40:36

    O mesmo ocorre em relação ao crime de estupro.

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    Paulo César de Castro Silveira

    20/11/2020 11:33:52

    A arrogância deste marxismo Black Live e de outros movimentos pela lógica só vai levar a mais e não a menos antipatia contra eles.

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    Ivan

    20/11/2020 11:31:43

    Excelente! Esclarecedora, como todas as matérias sobre o assunto deveriam ser. A desinformação, infelizmente, é proposital e visa dividir nossa sociedade, até algumas décadas atrás tão rica e orgulhosa de sua harmoniosa diversidade.

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    Ivan

    20/11/2020 11:31:43

    Excelente! Esclarecedora, como todas as matérias sobre o assunto deveriam ser. A desinformação, infelizmente, é proposital e visa dividir nossa sociedade, até algumas décadas atrás tão rica e orgulhosa de sua harmoniosa diversidade.

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    Paulo César de Castro Silveira

    20/11/2020 11:22:11

    O erro é tornar crime o que é cultural. Pode-se tentar mudar com educação, com a mudança das mentalidades, dos costumes, mas tornar crime jamais deveria acontecer.

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  • T

    Thiago

    20/11/2020 10:56:13

    Quem acreditar que sua raça (etnia, que seja) é melhor que as outras, em um aspécto ou em vários, mais moral ou mais santa, DEVE ter o direito de admitir suas crenças e demonstrar a verdade delas com argumentos. Mesmo que essa pessoa não seja negra. No mundo que criamos a doutrina da supremacia racial é amplamente aceita e até patrocinada pelo Estado, sendo suprema a raça negra. Enquanto manifestações de apreço e orgulho pelos próprios ancestrais e pela própria identidade étnica são enquadradas como anti-sociais se a raça de que se tem orgulho é branca. Evidentemente seres humanos que recebem o anél mágico da impunidade e do direito de humilhar os outros abusam: negros são apenas humanos.

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      Paulo César de Castro Silveira

      20/11/2020 11:23:20

      Não acha melhor, ter orgulho do que a pessoa é não significa que se acha melhor, e, mesmo achar melhor não quer dizer que vai sair matando.

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    Thiago

    20/11/2020 10:37:18

    A supremacia racial negra está na raíz do combate ao "racismo", em sua vertente gringa, que importamos. É supremacia racial, com direito à agredir violentamente os críticos, e respaldo estatal pleno. A lei anti-racismo é quase toda muito boa e razoável, garante que ninguém seja privado de direito, acesso a espaço público ou atendimento em estabelecimento comercial em razão de raça. O ítem absurdo proíbe símbolos e idéias, o que é desproporcional e impossível de aplicar sem cair na ladeira escorregadia que o texto reconhece. Punir "injuria racial" é uma irresponsabilidade sociopata, o crime de injúria por si só já é bastante difícil de aplicar sem resvalar em distopias totalitárias.

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    2 Respostas
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      Irani Maciel

      20/11/2020 12:44:49

      Excelente síntese, Thiago!

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      Paulo César de Castro Silveira

      20/11/2020 11:24:13

      sim, não há dúvida que estes movimentos negros black live tudo isto é mero racismo anti branco. É óbvio.

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  • A

    Ana Luiza

    20/11/2020 10:36:29

    Ideologia.

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    Paulo

    20/11/2020 2:57:00

    Quanto mais "combate" ao racismo existe, mais difícil de combater o racismo fica. O problema não é o tom da pele mas a fórmula adotada pela midia para fazer de conta que desestimula condutas racistas. Vejam a Rede Globo por exemplo. Vai exibir um programa "falas negras" em exaltação a não sei o que mas seguramente atacando alguem. Por outro lado sempre retrata o negro em suas novelas como o favelado, o marginal, quando muito é o porteiro ou o motorista. É facil perceber que no caso o negro nunca é retratado em igual condição com o branco, o rede globo diz querer combater o racismo distanciando negros e brancos, colocando ambos em guerra e estimulando a distância social.

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