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Antonina - Antonina, no litoral do estado, comemorou ontem o dia da sua padroeira, Nossa Senhora do Pilar, com missa solene celebrada pelo arcebispo emérito de Curitiba, dom Pedro Fedalto. Em meio às orações, homenagens e agradecimentos, que marcam a data, um pedido especial a Nossa Senhora do Pilar foi comum a todos: que a chuva dos últimos dias ao menos diminuísse. A Igreja Matriz de Antonina desde o último dia 6 se empenha em fazer com que as festividades de 2008 atraiam mais visitantes do que nos últimos anos. As comemorações se estendem até amanhã à tarde.

"Apesar da chuva do último fim de semana, acredito que em torno de 50 mil pessoas passem pela colina [região da cidade onde está localizada a Igreja]", estima o padre Marcos José de Albuquerque.

Alguns hotéis da cidade já estavam com todos os quartos reservados desde a semana passada. "A expectativa é de que até domingo (amanhã) estejamos com 100% de ocupação", revela Gilmara Pereira, funcionária do Hotel Monte Castelo. De olho na previsão do tempo, a funcionária do Hotel Camboa, Irene Snoeyer, está menos otimista. "Espero que não volte a chover", diz.

As barracas montadas em torno da Praça Coronel Macedo, ao lado da Igreja, tiveram pouco movimento no primeiro fim de semana da festa, mas os vendedores ainda estão confiantes. "Venho todos os anos, e os últimos dias da festa sempre são melhores", diz o vendedor Osvaldo Evaristo.

Antonina por muitos anos foi conhecida como Capela, pois uma das primeiras construções da antiga vila foi a Igreja de Nossa Senhora do Pilar, construída em 1714. Os moradores da cidade até hoje gostam de ser chamados de capelistas.

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