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 | HR@PAHO/WHO/Fotos Públicas
| Foto: HR@PAHO/WHO/Fotos Públicas

A falta de inseticida prejudica o controle do Aedes aegypti em municípios do interior de São Paulo. A Secretaria de Saúde do Estado afirma que a quantidade de insumo repassada pelo Ministério da Saúde tem sido insuficiente para atender à demanda. Dos 10 mil litros que o estado deveria ter recebido em janeiro, vieram apenas 3 mil litros - 30% do necessário.

Em Guaíra, região norte, com 1.317 notificações de dengue, 4 casos confirmados de chikungunya e 1 suspeito de zika, a prefeitura pediu inseticida em dezembro e ainda não recebeu. O secretário de Saúde de Ribeirão Preto, Stênio Miranda, também presidente do Conselho de Secretários de Saúde do estado, confirmou desabastecimento. “Não falta só o inseticida. Falta kit para exames de sorologia de dengue, falta suporte financeiro para as despesas adicionais acarretadas pelas epidemias (dengue e zika) e para reorganização e ampliação dos serviços.”

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O Ministério da Saúde informou ter enviado, em janeiro, 48 mil litros de inseticida para o combate ao Aedes em todo o País, sendo 3 mil litros para o estado de São Paulo. O ministério reiterou que contra o surto é mais importante combater criadouros do mosquito.

Epidemia

Os casos de dengue e zika assustam cidades do oeste paulista. Em 21 municípios, os casos notificados este ano, até 19 de fevereiro, são mais numerosos que no mesmo período de 2015. Em Presidente Prudente, por exemplo, estão sendo registrados 52 casos novos por dia e o município pode decretar estado de emergência.

Em outras regiões, o Aedes também preocupa. Em Piracicaba, foram notificados 714 casos de dengue, 8 de chikungunya e 2 de zika em gestantes. Outras 21 grávidas são monitoradas.

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