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Luiz Alfredo Malucelli

O Luiz Alfredo engasgou...

  • Porredacao@gazetadopovo.com.br
  • 10/10/2008 21:01

Um "conhecido" toma diariamente, por recomendação médica, comprimidos de vitamina C, para evitar resfriado e gripe. Normalmente tomava a vitamina em cápsulas que devem ser ingeridas com um pouco de água. Na última compra recebeu comprimidos redondos e grandes. Não leu a bula e sentiu que os ditos, além de grandes, eram duros. Teve que mastigar e engolir com um pouco de água, e sentiu um certo desconforto no estômago.

Reclamou para uma colega de trabalho e ela matou a charada de cara:

– Não é um efervescente? É! O comprimido deve ser previamente dissolvido na água. Era... Agora, depois de contar a patuscada aos outros colegas, sofre gozações e pedidos para que publique na Coluna do Malu. A vítima, muito tímida, acha que não merece sair na coluna da Gazeta do Povo. Contaram para o Malu e ele concordou em publicar o nome do despreparado paciente:

– Luiz Alfredo...

E o Requião chorou

Num jantar, anos atrás, em que foi servida comida japonesa, uma turma do PMDB compareceu. Nela o então governador Roberto Requião, o vice Maria Pereira, o deputado Romanelli e o Isaías Decker. Um dos petiscos servidos era o wassabi, que é uma pasta cremosa extremamente picante. Conta o Isaías:

– Requião passou num pedaço de pão o tal wassabi como se fosse um patê, isto é, forrou com uma camada grossa.

Isaías advertiu que o wassabi era de lascar. O Requião fez um muxoxo e mandou ver. Na primeira mastigada, vermelhou e escorreram-lhe lágrimas.

Cantadas do tempo antigo

O ex-deputado Paulo Furiatti (e prefeito eleito da Lapa) contou ao amigo advogado José Maria Correia que na Lapa, anos atrás, morava uma viúva que tinha um boi de nome "Malhado". E o vizinho, também, viúvo, um boi chamado "malhedo". Os dois eram muito recatados. Ele sempre olhava a viúva com bons olhos. E ela fingia não ver as graças do vizinho.

Um dia o vizinho propôs, depois da colheita do milho, juntarem os bois e, num carro, reunirem as colheitas e irem à cidade vendê-las. Ela concordou. Atrelaram os bois no carroção, carregaram o milho e se mandaram à cidadezinha da Lapa,

O vizinho animado, encostadinho na viúva, estalou o chicote e cantou alto:

– Eta, Malhedo! Eu pedia se não tivesse medo!

E a viúva respondeu de pronto:

– Eta, Malhado! Se pedisse, há muito teria dado...

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