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  • Cid Destefani
 
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A semana que passou apresentou um fevereiro fora do comum, mal acabou o carnaval o caldeirão ferveu. Começou com a greve dos professores, invasão popular na Assembleia. Tudo somado com escândalo da Petrobras mais o movimento dos caminhoneiros em parar o transporte de cargas pelo país inteiro. A bola de neve da insatisfação inflou o suficiente para que os políticos viessem com as suas explicações, que não colam mais. A encrenca está armada.

A paralização dos transportes de cargas desencadeou alta nos preços e a corrida aos postos de gasolina e aos supermercados, tendo para valer a somatória do atraso e cortes nos pagamentos dos funcionários públicos, principalmente no que toca aos professores. Estamos entrando numa situação de caos social que requer uma solução urgente.

O Paraná teve no final da década de 1920 uma situação semelhante, com o funcionalismo sem receber durante meses, fato que somente teve seu termino com a deposição do governo pela Revolução de 1930.

Na atualidade os movimentos populares que acontecem em Curitiba se iniciam com reuniões ou na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio da Universidade ou então na Praça Rui Barbosa, ai em razão dos terminais dos transportes coletivos. Dessas praças os participantes tomam o destino para o Centro Cívico.

Em outros tempos, quando a cidade era bem menor, isto até a década de 1950, todos os acontecimentos importantes centralizavam-se na Praça Tiradentes. Ali estavam instalados todos os terminais do ônibus, a estação central dos bondes, assim como todas as casas comerciais mais importantes do centro.

A Praça Tiradentes retinha em seu entorno grandes armazéns importadores de secos e molhados, as maiores lojas de tecidos, as farmácias e drogarias mais tradicionais assim como um comercio menor de importação de frutas e algumas confeitarias e sorveterias, era ali no “coração da cidade” que o curitibano curtia a sua urbe.

Para relembrar o espaço mais antigo de Curitiba inserimos as fotografias que se seguem.

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