A Rua da Lyberdade surgiu no meio de um descampado, em meados de 1880, quando foi inaugurada a Estação da Estrada de Ferro. Em 1887, inaugurou-se o transporte em bondes de mulas junto à Ferroviária. Prédios importantes foram surgindo, como a sede da Assembleia, onde atualmente funciona a Câmara Municipal.

CARREGANDO :)

Rapidamente, o comércio tomou conta. Hotéis e armazéns atacadistas eram encontrados em toda a extensão da rua. Além do Palácio do Governo, ali também se instalaram departamentos como a Chefatura de Polícia e, mais recentemente, a Secretaria da Saúde Pública, uma das que tiveram suas sedes na velha Barão do Rio Branco. Chamava-se Rua da Lyberdade até 1912, quando morreu o ilustre diplomata, tendo seu nome ali fixado de imediato.

Até a década de 1960, a via permaneceu vibrante. Morreu em razão da Estação da Estrada de Ferro ter sido desativada. Os primeiros comerciantes que abandonaram o local foram os da colônia israelita. Por mais que se tente reativar os bons tempos da Barão, ela permanece indiferente aos movimentos.

Publicidade
Rua Barão do Rio Branco, prédio do Clube Curitibano em 1923
Rua Barão do R. Branco, Palácio do Governo em 1915
Rua Barão, fachada do antigo Foto Weiss, em 1913
Rua Barão esquina com a Rua Marechal Deodoro, em 1948
Vista Sul de Curitiba, em destaque a Rua Barão do R. Branco, foto de 1915
Prédios da Rua Barão entre as ruas Visconde de Guarapuava e André de Barros, em 1948
Arquitetura típica do século passado na Rua Barão do Rio Branco. Foto de 1927

Dê sua opinião

O que você achou da coluna de hoje? Deixe seu comentário e participe do debate.