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A desativação do lixão da Caximba foi cercado de polêmicas. A dificuldade em achar uma nova área atrasou o fechamento do aterro, previsto para 2008.

1989 – Implantação do aterro.

2002 – Diante das evidências de esgotamento da Caximba, Curitiba procura nova área para depositar o lixo de Curitiba e região metropolitana.

2002 e 2003 – A prefeitura e o Consórcio Intermunicipal para Gestão de Resíduos Sólidos escolhem um terreno em Mandirituba para abrigar o novo aterro, mas uma Ação Civil Pública impede a instalação por limitações ambientais.

2004 – A falta de espaço na Caximba obriga a prefeitura a construir um anexo de 51 mil m², o que amplia a capacidade do aterro para mais quatro anos.

2008 – Termina prazo para desativar o aterro. Licitação de novo aterro é interditada pelo Tribunal de Justiça. O secretário do Meio Ambiente de Curitiba, José Antonio Andreguetto, afirma que prazo para uso da Caximba se encerrará em julho de 2009.

2009 – A prefeitura apresenta ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP) estudo para reconformação geométrica da Caximba. O IAP nega. A prefeitura entrega novo estudo ao IAP. Apesar de aprovar tecnicamente o projeto, o então presidente do instituto, Vítor Hugo Burko, não autoriza a obra. O IAP permite a criação de espaço temporário para resíduos até que a solução definitiva fique pronta. A Justiça autoriza a reconformação, ampliando o uso do aterro até novembro de 2010.

Fev 2010 – Justiça determina a continuidade do processo licitatório para definir a empresa que será responsável pela indústria de reciclagem que substituirá o aterro. No mesmo dia, a prefeitura de Mandirituba libera a implantação da usina no município. O Consórcio Intermunicipal publica o edital de conclusão da licitação, declarando vencedor o Consórcio Recipar.

Nov 2010 – Depois de 21 anos de operação, o aterro da Caximba é desativado oficialmente.

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