Uma região às escuras. A onda de temporais que geralmente toma conta dos meses de dezembro a fevereiro resultou em 93 dias com alguma interrupção no fornecimento de energia elétrica em 2013 em pontos de Curitiba, Região Metropolitana e o litoral. Ou seja, por um período equivalente a três meses, os apagões assolaram essas localidades. Em 2012, foram 120 dias críticos que resultaram em interrupções do fornecimento.

Longe de ser um problema solucionado, muitos moradores da capital já tiveram de recorrer à luz de velas no início de 2014. A Companhia Paranaense de Energia (Copel) só terá o número de dias com apagões no fim do mês. Através da assessoria de imprensa, o órgão informa que os principais motivos para a interrupção de energia elétrica são os vendavais e os raios.

Em janeiro de 2013, Curitiba registrou 81 raios, de acordo com o Instituto Tecnológico Simepar. Nos primeiros 13 dias deste ano, foram 299. A Copel explica que possui para-raios específicos espalhados pelas cidades a fim de evitar estragos em residências. No entanto, os raios mais intensos podem provocar desligamento do sistema.

Já os ventos fortes são os principais causadores de lançar galhos de árvores e placas metálicas na rede. O choque pode provocar o rompimento dos cabos. Para combater isso, a Copel tem investido em redes compactas, que são mais resistentes. Em dois anos, foram implantados 620 quilômetros da nova rede em Curitiba e região. Em 2013, em todo o Paraná foram instalados 900 quilômetros de redes compactas. Além disso, o órgão informa que procura realizar podas frequentes em árvores situadas em zonas urbanas e rurais.

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