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Adolescente é levada ao helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) depois de afogar-se na piscina do 3 Marias Clube de Campo | Polícia Rodoviária Federal / Divulgação
Adolescente é levada ao helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) depois de afogar-se na piscina do 3 Marias Clube de Campo| Foto: Polícia Rodoviária Federal / Divulgação
  • Primeiros socorros foram feitos ao lado da piscina do clube 3 Marias
  • Piscina em que os afogamentos aconteceram no 3 Marias Clube de Campo. Casal foi resgatado próximo aos trampolins

O estado de saúde do rapaz, de 23 anos, que se afogou no 3 Marias Clube de Campo, em Curitiba, piorou nesta terça-feira (25). Ele segue internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital do Trabalhador (HT). O rapaz e uma adolescente, de 16 anos, teriam invadido a piscina do clube durante um churrasco realizado na tarde de domingo (23). Larissa Fonseca da Silva, de 16 anos, morreu no início da tarde de segunda-feira (24) no HT. A causa da morte não foi divulgada.

O rapaz respira com a ajuda de aparelhos. Ele está sedado e entubado. A informação repassada pela assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) nesta manhã, por volta das 10h45, foi de que o estado de saúde da vítima era instável.

De acordo com o major Maurício Aliski, relações-públicas do Corpo de Bombeiros, a hipótese mais provável é de que a adolescente e o rapaz se afogaram porque não sabiam nadar.

Existe a possibilidade também de os dois terem passado mal ao entrarem na piscina por terem ingerido bebida alcoólica e/ou alimentos pesados. As vítimas também podem ter tido um mal súbito. "Não sabemos o que ocorreu no 3 Marias. A informação que temos é de que eles não sabiam nadar", afirmou Aliski.

Afogamento no 3 Marias

Uma associada do clube fez um churrasco com colegas de trabalho a partir das 12h de domingo e entre os convidados estavam a menina e o rapaz. Segundo o relato do advogado do 3 Marias, Oscar Silvério, os dois saíram da churrasqueira por volta das 16h30 e foram até a piscina. Como o local estava fechado, o advogado supõe que eles pularam uma cerca de metal com altura entre 1,60 metro e 1,80 metro para entrar na água. A irmã de uma das vítimas, que estava no churrasco, notou falta dos dois e foi procurá-los e encontrou-os já gritando por ajuda.

O acidente aconteceu em uma área grande com pouca profundidade, entre 30 e 40 centímetros. Apenas em um trecho próximo a um trampolim o nível da água chega a 2,20 metros. "A gente imagina que eles tiveram algum tipo de mal súbito ou o rapaz foi tentar resgatá-la", disse o advogado.

O coronel Ricardo Silva, comandante do 7° Grupamento do Corpo de Bombeiros, disse que o casal foi retirado por populares do fundo da piscina e quando as equipes médicas chegaram os dois estavam com parada cardíaca. Depois da reanimação, eles foram levados ao hospital. Segundo o bombeiro, não havia informação durante o resgate de como os dois se afogaram.

Houve consumo de bebidas alcoólicas no churrasco, mas não há nenhuma confirmação de que os dois tenham bebido.

Segurança na piscina

Para evitar afogamentos, o Corpo de Bombeiros orienta que as pessoas entrem nas piscinas dos clubes somente quando houver um salva-vidas contratado pela entidade por perto.

Outra recomendação é para ficar atento à profundidade da piscina. "Às vezes uma das bordas da piscina é mais funda e é preciso ter cuidado. Isso ocorre, normalmente, na área próxima ao trampolim", orientou o relações-públicas da corporação.

Não se deve entrar na água após ter feito uma refeição ou ingerido bebidas alcoólicas. É importante também nadar quando houver outras pessoas por perto, pois em caso de emergência poderão chamar ajuda e prestar os primeiros socorros.

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