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O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde determinou o recolhimento de dois lotes do teste rápido para detectar HIV produzido pela Universidade Federal do Espírito Santo. A decisão foi tomada depois de surgirem relatos de testes falso-positivos, em que o exame indicava a contaminação pelo HIV em pacientes livres do vírus. O órgão garantiu que nenhum paciente recebeu informação incorreta sobre seu estado sorológico. Isso porque as amostras são examinadas simultaneamente por dois kits de diferentes fornecedores. Juntos, os lotes recolhidos são suficientes para fazer 491 mil testes. O primeiro deles já havia sido totalmente distribuído. Até agora, foram relatados 14 testes falso-positivos, o equivalente a 0,006% do total.

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