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Fila na BR-277 já ultrapassa o viaduto que liga o Jardim Botânico ao Jardim das Américas | Pedro Diniz / PRF/Divulgação
Fila na BR-277 já ultrapassa o viaduto que liga o Jardim Botânico ao Jardim das Américas| Foto: Pedro Diniz / PRF/Divulgação

Atraso de ônibus e um protesto de estudantes na BR-277 marcaram o início da sexta-feira (25) em Curitiba e Região Metropolitana. Diversas ações, organizadas por sindicatos e movimentos sociais, estão marcadas para hoje, um dia nacional de mobilização contra medidas propostas pelo governo federal, como a PEC do Teto, que limita os gastos públicos por um período de 20 anos.

Um grupo de estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR) protestou na manhã desta sexta-feira (25) contra a PEC do Teto e a MP do Ensino Médio, e fechou a pista no sentido Litoral da BR-277, nas imediações do Centro Politécnico. Houve muito congestionamento, porque os estudantes queimaram pneus na rodovia. Os manifestantes permaneceram no local das 8h10 às 9h50.

O protesto foi similar à paralisação de uma hora da mesma pista, na mesma altura (quilômetro 83), da quinta-feira (24). Na semana passada os estudantes também paralisaram a BR-277, mas na pista no sentido Curitiba.

Dia Nacional da Mobilização

Quem precisou utilizar o transporte público nas primeiras horas do dia, em Curitiba, também enfrentou alguns problemas. No terminal do Bairro Alto, por exemplo, linhas como Tarumã e Alto Tarumã atrasaram. O problema dos atrasos foi compensado perto das 6h, quando vários ônibus já circulavam em bairros da capital e região central.

Havia expectativa de paralisação total dos serviços de transporte público nesta sexta-feira (25) em função do impasse envolvendo o pagamento da primeira parcela do 13º de motoristas e cobradores, e também em apoio às manifestações contra a PEC do Teto, no entanto a circulação foi garantida e a greve pode acontecer no dia 1.° de dezembro.

A ação faria parte do Dia Nacional de Mobilização e Paralisação Contra a Retirada de Direitos, organizado pela Força Sindical e outras centrais. Em Curitiba, metalúrgicos e algumas outras categorias confirmaram atos nesta sexta-feira (25).

Eles defendem a redução dos juros, corte dos privilégios do Executivo, Legislativo e Judiciário, uma reforma da Previdência que não retire direitos adquiridos e revisão ou fim das desonerações sobre a folha de pagamento das empresas.

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