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Um guarda-civil de 35 anos foi morto por policiais militares que o confundiram com um assaltante na noite de sábado, 6, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Roberto Carlos Ribeiro dos Santos estava sem farda quando foi baleado, por volta das 20 horas, e morreu no Pronto-socorro do Hospital Santa Marcelina, em Itaquera, na zona leste da capital, para onde foi encaminhado após ser ferido.

Segundo o boletim de ocorrência, Santos havia trabalhado durante a tarde em um evento cultural na Câmara Municipal da cidade e, ao sair para a rua, já sem a farda, percebeu um assalto a poucos metros.

O guarda-civil chamou então um colega fardado para acompanhá-lo na perseguição dos suspeitos. Na Rua Machado, na Vila Virgínia, a vítima do roubo indicou a direção na qual os criminosos fugiram. Com as armas em punho, os guardas seguiram no mesmo rumo.

Suspeito

Policiais militares da 2ª Companhia do 34º Batalhão da Polícia Metropolitana também foram acionados para atender à ocorrência.

Quando chegaram com a viatura ao local, os dois PMs avistaram Santos com uma pistola calibre 380 na mão e, acreditando se tratar de um dos assaltantes, os policiais atiraram.

Os bandidos conseguiram fugir da perseguição policial. Socorrido ao hospital na capital, o guarda-civil não resistiu aos ferimentos. A Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP) não soube informar quantos tiros alvejaram Santos.

Registro

A ocorrência foi registrada como homicídio consumado decorrente de intervenção policial no Setor de Homicídios de Mogi das Cruzes. A Polícia Civil investiga o caso e a PM vai instaurar inquérito para apurar as circunstâncias da morte do guarda. Até as 19 horas de ontem, os assaltantes não haviam sido identificados.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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