Enfermeira protesta por melhores condições de trabalho para os profissionais na linha de frente contra o coronavírus| Foto: Reprodução/Twitter/Coren-DF
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Um dos homens que agrediu enfermeiros na semana passada, na praça dos Três Poderes, durante um ato realizado por profissionais da categoria, não é mais prestador de serviços do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Renan da Silva Sena é engenheiro eletricista e atuou como terceirizado por dois meses para a pasta.

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Em nota, o ministério esclareceu que ele foi contratado após processo seletivo realizado pela empresa G4F, e ocupava o cargo de assistente técnico-administrativo na Coordenação-Geral de Assuntos Socioeducativos, onde cumpriu as tarefas demandadas até 7 de abril. O desligamento, portanto, ocorreu quase um mês antes do ato em que houve a agressão aos profissionais de saúde, que foi realizado em 1.º de maio.

Ainda de acordo com o MMFDH, Sena não tem qualquer vínculo direto com Administração Pública Federal. A nota publicada, nesta terça-feira (05), ainda ressalta que "o funcionário, que estava em trabalho remoto diante da pandemia, deixou de responder todas as tentativas de contatos telefônicos e e-mails da unidade", mas a G4F conseguiu o contato apenas no dia 23 de abril.

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O ministério salienta também que repudia qualquer ato de violência e agressão, principalmente contra profissionais de saúde, em um momento que eles devem ser ainda mais respeitados e valorizados.