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As chuvas fortes e contínuas elevaram o nível do volume de água e comprometendo o abastecimento de água em algumas regiões do estado. Em Cascavel, houve enchente na área de captação do Rio Cascavel, a água ultrapassou os diques de contenção e inundou todos os equipamentos que coletam e bombeiam a água, paralisando o processo de produção e de distribuição de água para 70% dos moradores da área urbana. A previsão, segundo informações da Agência Estadual de Notícias, é de que o reabastecimento aconteça assim que diminua o volume de chuvas e o sistema possa voltar a operar.

Para retomar o processo de captação de água é necessário aguardar até que o volume de água do manancial baixe. Em Cascavel, será necessário fazer a secagem das bombas, motores e demais equipamentos para então poder colocá-los em operação novamente. Além de Cascavel, os processos de captação, tratamento e distribuição de água estão paralisados em mais seis cidades da Região Oeste: Boa Vista da Aparecida, Campo Bonito, Capitão Leônidas Marques, Diamante do Sul, Ibiracema e Três Barras do Paraná.

Em Campo Bonito e Diamante do Sul os sistemas estão sem energia e os equipamentos de bombeamento dos poços estão submersos. Capitão Leônidas Marques está com a produção de água paralisada deste o sábado (7) porque os sistemas de bombeamento e recalque de água também estão inundados.

No sistema de Boa Vista da Aparecida todos os equipamentos da casa de bombas e os quadros de comandos da Estação de Tratamento de Água da cidade estão debaixo de água. Em Três Barras do Paraná os equipamentos de bombeamento da captação do rio Trigolândia estão cobertos pela água. E Ibiracema está sendo abastecida com caminhão-pipa, pois as chuvas causaram danos operacionais no sistema.

Outras cidades

Também tiveram problemas no abastecimento, por causa das chuvas, as cidades de Maringá, Cianorte, Umuarama, Irati, Campo Largo, Lapa, Malet, Ivaiporã, Cruz Machado, Rio Azul, Campo do Tenente, Iporã, Assis Chateaubriand e Diamante do Oeste.

As equipes da Sanepar estão monitorando a situação permanentemente, mas não há previsão de normalização em nenhuma das cidades. Os sistemas só poderão voltar a operar quando a água baixar e os equipamentos estiverem secos e recuperados. Mas, segundo o governo, equipes da Sanepar estão prontas para atuar assim que as condições permitirem.

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