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2º caso suspeito no PR

Jovem com suspeita de ebola em Foz do Iguaçu é diagnosticado com hepatite A

Rapaz, de 22 anos, apresentou sintomas como febre, dores abdominais intensas e náuseas

O rapaz de 22 anos, que chegou a ser tratado como suspeito de ter contraído o vírus ebola em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, teve alta na tarde desta terça-feira (21). De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital Municipal, os exames apontaram que se tratava, na realidade, de um caso de Hepatite A.

Desde quinta-feira (16), quando procurou atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) João Samek, o jovem apresentou sintomas como febre, dores abdominais intensas e náuseas.

Como o registro do prontuário apontava uma passagem do paciente por Serra Leoa – país africano que concentra grande número de casos de ebola – a UPA foi imediatamente interditada. Entretanto, logo na sequência, a informação foi desmentida com base no passaporte do rapaz que constava apenas viagens para países como China, Emirados Árabes, Líbano e Itália, que ainda são considerados livres da epidemia.

Após a suspeita ser descartada pela Secretaria Estadual de Saúde do Paraná, a UPA foi reaberta e o jovem encaminhado ao Hospital Municipal, onde foi isolado de outros pacientes, respeitando o protocolo padrão para casos de doenças infectocontagiosas. Após receber o resultado dos exames, o rapaz deixou o hospital sem queixas de dor ou sintomas da infecção.

Segundo caso suspeito do Paraná

Antes da suspeita de ebola em Foz do Iguaçu, uma unidade de pronto atendimento de Cascavel – também no Oeste do Paraná – já havia sido interditada pelo mesmo motivo no dia 9 de outubro. O caso foi o primeiro de suspeita de contração de vírus no País.

Na ocasião Souleymane Bah, de 47 anos, apresentou quadro de febre intensa e, como havia passado por Guiné - outro país africano considerado foco de casos da doença – despertou suspeita na unidade de saúde. No dia seguinte, ele foi transferido sob um esquema especial para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro, onde realizou dois exames de sangue que deram negativo para ebola.

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