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Gustavo Perriy Cielusinski, 12 anos, viu os pais se separarem quando tinha apenas sete. A mãe, Josiane Perriy, conta que não foi fácil estabelecer o que seria melhor para o menino. "Optamos pela guarda compartilhada desde que definíssemos com o juiz o que deveria ser cumprido", diz. Hoje Gustavo passa um final de semana na casa da mãe e outro na do pai. De segunda à sexta-feira ele fica com a mãe, mas na quarta-feira o pai também costuma levá-lo para casa. "Quando nos separamos sempre pensei que o Gustavo precisava manter o contato com o pai. E o meu ex-marido também queria cuidar dele, diferente de outros homens que não querem responsabilidades", diz. Ela conta que a opção da guarda conjunta tem dado certo, apesar de não ser fácil. "Temos de conversar sempre, porque o que está em jogo é o desenvolvimento do nosso filho. Também somos maleáveis em relação a feriados. O que for melhor para o Gustavo, decidimos", afirma. Mesmo com diversos cuidados, a mãe acredita que o filho ainda sofre com a separação. "Ele disse para mim: ‘me sinto como um Sedex’, porque está uma hora aqui e outra lá. Sei que mudou a vida dele, mas é o sacrifício que fazemos para ele não perder a referência do pai."

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