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Polêmica

Ministro diz que primeiro passo é não esconder o problema sobre os presídios

José Eduardo Cardozo, da Justiça, tentou minimizar sua fala de terça-feira, quando disse que preferia morrer a cumprir pena no Brasil

  • PorFolhapress
  • 14/11/2012 15:16

Após afirmar que preferia morrer do que ficar muito tempo preso, o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) disse nesta quarta-feira (14) que não pode "tapar o sol com a peneira" ao tratar da má qualidade dos presídios brasileiros.

"Algumas pessoas ficaram um pouco perplexas com minha declaração de ontem (terça). O primeiro passo para solucionar um problema é jamais escondê-lo. Não é colocar um problema embaixo do tapete que você vai solucioná-lo", disse.

O ministro explicou ainda que, quando falou que preferia morrer, fez referência a presídios em que "presos convivem com fezes, sem espaço para dormir e são violentados". "Esse terror não leva a solução nenhuma".

Segundo Cardozo, a solução para o problema da segurança pública no Brasil não é simplesmente prender criminosos. "As pessoas acham que basta prender para resolver o problema da segurança, isso não é verdade. Se não der o tratamento adequado, ele volta delinquir e se junta a organizações criminosas".

O Ministério da Justiça lançou no ano passado Programa Nacional de Apoio ao Sistema Prisional, cujo objetivo é criar novas vagas para desafogar os presídios brasileiros.

Deverão ser criadas mais de 60 mil vagas até 2014, com investimento de R$ 1,1 bilhão.

Essas vagas, segundo o ministro, serão destinadas para a redução de vagas aos presos provisórios, ou seja, aquelas que não foram condenados.

Mensalão

O ministro negou ainda que as críticas ao sistema prisional brasileiro tenham relação com a condenação ao regime fechado do colega de PT José Dirceu, ex-ministro do governo Lula e condenado no julgamento do mensalão. A declaração de Cardozo ocorreu no dia seguinte à definição da pena.

"Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Essa declaração faço há muito tempo, inclusive quando era deputado. Voltei a fazer ontem porque falávamos sobre segurança pública".

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