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Uma rebelião que começou na última quinta-feira (27) terminou com a desativação da Central de Triagem de Florianópolis, conhecido como `Cadeião do Estreito''. Segundo o Deap (Departamento de Administração Prisional), no total 190 presos foram transferidos para outras cadeias do Estado.

As transferências começaram no final da tarde de ontem (28) e terminaram nesta madrugada. 120 detentos foram encaminhados para um presídio de Itajaí, outros 40 para Lages e 30 para a cidade de Tubarão.

O motim de anteontem danificou seriamente o prédio, informou a assessoria de imprensa do departamento. Agora desativado, o espaço será reformado e assim que estiver pronto ele receberá novos presos até que o presídio de São José, na Grande Florianópolis, fique pronto.

A construção do espaço vive um impasse para a obtenção do alvará que libera o empreendimento na cidade. De acordo com o Deap, a obra já foi licitada e a empresa vencedora se comprometeu em construir o espaço em 90 dias, com uma estrutura pré-fabricada.

O novo presídio terá a capacidade para cerca de 400 presos e custará cerca de R$ 18 milhões. A solução do problema deve acontecer na Justiça.

O Cadeião do Estreito em Florianópolis tinha capacidade para 80 presos e abrigava quase 200.

Em greve

O Estado de Santa Catarina ainda vive um outro problema no sistema carcerário. Há 12 dias os agentes penitenciários estão em greve e por isso as delegacias estão lotadas de presos que ainda não foram transferidos para presídios, pois não são recebidos nas unidades prisionais.

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