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Entrevista - Neuza Corassa

Motorista curitibano é individualista

  • PorMarcos Paulo de Maria
  • 22/09/2008 21:02

Autora dos livros Vença o Medo de Dirigir (2000) e Seu Carro, Sua Casa Sobre Rodas (2006), a psicóloga Neuza Corassa classificou os comportamentos dos motoristas.

Quais são os comportamentos dos motoristas?

São cinco tipos. Os que se acham os donos do mundo – são briguentos, agitados, vivem reclamando. Para ele, o outro é quem está sempre errado. Ele confunde o espaço público, a rua, com o privado, onde ele faz o que quer. Há os com comportamento mascarado – calmos no ambiente familiar e no trabalho, mas que no trânsito se transformam. Tornam-se agressivos repentinamente quando o carro à sua frente atrasa para arrancar em um semáforo, por exemplo. Há os ansiosos – considerados fóbicos, que têm medo de dirigir e excesso de cautela. Os perigosos por natureza – que sofrem transtornos de personalidade e psicológicos. Eles podem desenvolver um surto ao volante e acabar cometendo uma tragédia no trânsito. E, claro, os cautelosos – motoristas exemplares que respeitam a sinalização, são concentrados e consideram o espaço do outro da mesma maneira que enxergam o seu.

Qual a influência desses tipos de comportamentos no trânsito?

Somos apenas a terceira ou quarta geração que está dirigindo. É um processo recente. As atitudes que cada um toma quando está ao volante interferem no fluxo e no bem-estar entre as pessoas – pedestres e motoristas. Se um condutor está estressado ou agitado com a correria do trabalho, provavelmente ele vai transferir isso para o volante. Isso prejudica a cidadania no trânsito.

O comportamento do motorista curitibano tem mudado nos últimos anos?

Sim. Eles tomaram ciência que estão dirigindo em um trânsito caótico e, por isso, abusam menos da buzina e das ofensas. Mas não abrem mão do veículo. "O vizinho que vá andar de ônibus, eu não", mais ou menos isso que pensam.

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