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MST destrói viveiros e deixa prejuízo de R$ 2 milhões na Araupel

  • PorLuiz Carlos da Cruz,
  • CASCAVEL
  • 08/03/2016 14:01
Integrantes do MST destruíram viveiros e estufas da Araupel | Araupel/Divulgação
Integrantes do MST destruíram viveiros e estufas da Araupel| Foto: Araupel/Divulgação

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) promoveram a destruição de 1,4 milhão de mudas de pinus e de espécies nativas como ipê e cedro, entre outras, na estufa de mudas da empresa Araupel, em Quedas do Iguaçu, Centro-Sul do Paraná. A ação aconteceu na madrugada desta terça-feira (8) e, segundo o movimento, faz parte da Jornada Nacional das Mulheres, que tradicionalmente acontece na semana em que é comemorado o Dia da Mulher.

A Araupel informou que seus seguranças patrimoniais relataram que eram aproximadamente 400 pessoas que participaram da ação. O MST diz que foram cinco mil mulheres que fizeram o ato relâmpago. Segundo a empresa, a maioria das pessoas estavam com o rosto coberto e portavam facas e foices.

Segundo a Araupel, viveiro da empresa foi incendiadoAraupel/Divulgação

O viveiro da empresa, que atua na área de reflorestamento e beneficiamento de madeira, foi incendiado pelos sem-terra. Segundo a Araupel, o prejuízo estimado é de R$ 2 milhões. Desde 2014, quando começaram as novas invasões nas terras da Araupel, a empresa diz que acumula prejuízos de R$ 30 milhões. “A Araupel havia sido advertida da destruição e todos os setores de segurança pública e governo do Estado foram avisados mas nenhuma providencia foi tomada”, informou a empresa.

A Araupel informou que nos dias 2 e 4 de março a empresa obteve duas importantes decisões a seu favor, confirmando a posse das terras que o MST diz pertencerem à União.

Outro lado

O MST divulgou por meio de redes sociais que a ação desta terça-feira foi promovida por cinco mil mulheres de várias cidades do Paraná. Segundo o MST, a ação foi relâmpago e durou cerca de 20 minutos. O movimento confirma que destruiu as mudas e critica o que chama de “desertos verdes” da monocultura de pinus e eucalipto.

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