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Janeiro - No dia 9, a Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico, foi transformada em estacionamento para ônibus do transporte coletivo de Curitiba e região metropolitana. A ação fez parte de uma paralisação convocada pelo Sindimoc e, durante quatro horas, deixou os usuários de ônibus a pé. Para tentar impedir a greve, a prefeitura de Curitiba depositou, em caráter emergencial, R$ 3,8 milhões no Fundo de Urbanização de Curitiba (FUC). O dinheiro foi utilizado para pagar parte da dívida acumulada com as empresas de ônibus. Em 26 de janeiro, o sistema parou por completo. Diante do atraso no pagamento do adiantamento salarial de 40%, previsto para o dia 20 de janeiro, o Sindimoc convocou greve geral. A paralisação durou quatro dias. No dia 30, a Comec anunciou o fim da integração financeira com o sistema urbano.

Março - O Sindimoc apresentou novo indicativo de greve por não haver acordo em relação ao reajuste salarial de 2015. Após acordo entre trabalhadores e empresários, o indicativo foi retirado.

Junho - Os trabalhadores voltaram a apresentar um indicativo de greve e atrasaram a saída dos ônibus na manhã de 16 de junho. Eles denunciaram uma suposta perseguição a dirigentes sindicais e o descumprimento de pontos da convenção coletiva de trabalho.

Setembro - Motoristas e cobradores de linhas de ônibus que passavam pelo terminal Santa Cândida cruzaram os braços no dia 21 em protesto contra o não recebimento do vale (antecipação salarial de 40%). No terminal do Boqueirão também houve bloqueio parcial. Com três dias de atraso, os vales foram pagos por todas as empresas e uma greve geral foi descartada. No mesmo mês, a Urbs definiu a tarifa técnica para 2015 em
R$ 3,21. O aumento de R$ 0,28 ficou abaixo do que era pedido pelo Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região (Setransp), que solicitava uma tarifa de R$ 3,40.

Outubro - Novamente, os motoristas e cobradores cruzaram os braços em protesto pelo atraso no pagamento do adiantamento salarial. O ato ocorreu durante a madrugada e mais um indicativo de greve foi aprovado. A ameaça foi descartada após os pagamentos.

Novembro - Pelo terceiro mês seguido, os trabalhadores aprovaram um indicativo de greve. Dessa vez, porém, a intenção foi prevenir um possível atraso no pagamento dos adiantamentos salariais. O vale foi pago, mas logo depois, no dia 25, o Sindimoc, recebeu dois ofícios das empresas informando que o 13º da categoria não seria pago no dia 30 e que os salários de dezembro e janeiro também teriam atrasos. Na sexta (27), a categoria aprovou, então, uma greve geral. Se não houver acordo, a paralisação começará na terça (1º de dezembro).

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