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Meio ambiente

ONGs e iniciativa privada concentram ações

  • PorJosé Marcos Lopes
  • 01/01/2009 21:03
Cães e gatos são acolhidos pela Sociedade Protetora dos Animais: sem incentivo | Aniela Nascimento/ Gazeta do Povo
Cães e gatos são acolhidos pela Sociedade Protetora dos Animais: sem incentivo| Foto: Aniela Nascimento/ Gazeta do Povo

Ações individuais, de organizações não-governamentais (ONGs) e da iniciativa privada são a grande aposta para 2009 na área do meio ambiente. Nas três esferas do poder público, as promessas se repetem a cada ano, como o combate ao desmatamento da Amazônia, o plantio de mudas e, em Curitiba, um novo aterro sanitário para substituir o da Caximba.

Enquanto o poder público se repete, cabe a ONGs e à iniciativa privada ações como a reciclagem de materiais, a proteção de animais, a educação ambiental e a conservação de matas remanescentes. Um exemplo é o Programa Desmatamento Evitado, da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem (SPVS), que busca empresas dispostas a adotar áreas verdes. A SPVS calcula a quantidade de carbono emitida pela empresa durante um determinado período de tempo e o parceiro destina recursos para a manutenção de áreas com quantidades equivalentes de carbono. "Em cinco anos, queremos preservar 30 mil hectares. O poder público deveria dar incentivos fiscais, criar linhas de financiamento para quem planta e mantém a floresta, por exemplo", afirma o biólogo Denilson Cardoso, coordenador do programa.

Animais em risco

Outro exemplo de trabalho sem apoio do poder público é o da Sociedade Protetora dos Animais (SPA) de Curitiba. Com um custo mensal estimado em R$ 15 mil, a entidade recebe em média um animal por dia e atualmente abriga cerca de 900. "O abandono é o mesmo de antes. Nada foi feito para implantar as medidas recomendadas em 1992 pela Organização Mundial da Saúde: conscientização dos proprietários, castração, controle do comércio e registro dos animais", diz a presidente da SPA, Soraya Simon.

A meta para 2009 é concluir as obras na chácara em Colombo.

Iniciativa privada

Em Curitiba, a Associação Comercial do Paraná (ACP) criou em 2008 a Câmara Setorial de Meio Ambiente, que neste ano passará a articular ações com as 36 outras câmaras setoriais da ACP, em várias áreas. "A ideia é dar suporte técnico e desenvolver projetos que gerem uma imagem melhor e uma lucratividade maior", comenta o coordenador da Câmara, Nelson Mozart Weigang Júnior. A ACP pretende fornecer um "selo verde" para os associados que aderirem às práticas.

Poder público

Segundo o secretário de Estado do Meio Ambiente, Rasca Rodrigues, 2009 será o "ano da água" no Paraná. A Assembleia Legislativa aprovou um projeto de lei que cria o Instituto Paranaense de Águas (Ipaguas), que vai atuar de forma integrada com setores que demandam recursos hídricos, como agricultura e indústria, e realizará a interação com as demais políticas públicas. Um objetivo do governo em 2009 será superar a meta de plantar 100 milhões de mudas de árvores.

Em Curitiba, o grande desafio da prefeitura será concluir a licitação para a contratação da empresa que fará o tratamento do lixo. O Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos, que reúne 15 municípios da região metropolitana, vai adquirir uma área para substituir o aterro da Caximba, no sul da cidade. A prefeitura de Curitiba esperar concluir o processo no fim de janeiro.

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