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ONU alerta para baixa representatividade de negros no governo do Brasil

O Alto Comissário de Direitos Humanos da ONU, Zeid Al Hussein, disse que a representação importa e afeta toda a sociedade

    • Estadão Conteúdo
    • 13/06/2016 11:27
    Posse do presidente em exercício, Michel Temer: não há mulheres ou negros no primeiro escalão | Pedro Ladeira/Folhapress
    Posse do presidente em exercício, Michel Temer: não há mulheres ou negros no primeiro escalão| Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

    A Organização das Nações Unidas (ONU) se queixa da falta de negros na cúpula do governo brasileiro e aponta que, com mais de 150 milhões de afrodescendentes na América Latina, essa população ainda está pouco representada nas decisões políticas.

    Em discurso, o Alto Comissário de Direitos Humanos da ONU, Zeid Al Hussein se disse “preocupado com a baixa representação política de afrodescendentes na América Latina e no Caribe “.

    “Existem cerca de 150 milhões de pessoas de descendência africana na região, somando quase 30% da população. Eles são mais da metade da população do Brasil e mais de 10% da população de Cuba”, afirmou Zeid. “Mas sua representação nos altos níveis do governo, incluindo nos ministérios, é muito inferior”, alertou.

    “A representação importa”, insistiu o jordaniano. “Esse déficit de representação na cúpula do poder afeta toda a sociedade: parlamentos, locais de trabalho no setor público e privado, escolas, tribunais, na imprensa - todos lugares em que às vozes dos afrodescendentes são dados muito pouco peso”, disse.

    “As vozes, as escolhas, as experiências e os rostos dos afrodescendentes precisam ser melhor refletidos”, afirmou. “Peço que esses governos tomem ações para refletir a diversidade de sua população dos órgãos de tomadas de decisão, incluindo a consideração de políticas de ação afirmativa”, completou.

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