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Paranóia em relação a prestação de contas

Brasília – As novas regras eleitorais que também impõem maior rigor na prestação de contas à Justiça instalaram a paranóia também nos partidos. Na pré-campanha presidencial do tucano Geraldo Alckmin, a palavra de ordem é cautela, de preferência com recibo.

Quando o presidente do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), pôs seu jatinho Citation à disposição do candidato no último fim de semana, para que viajasse de São Paulo a Navegantes (SC), Alckmin pediu que a cortesia fosse transformada em operação comercial. Preocupado em evitar qualquer dúvida que possa ser questionada pela Justiça Eleitoral ou por adversários, o candidato pediu a Tasso que "legalizasse" o empréstimo. Por enquanto, esse tipo de preocupação não chegou à campanha pela reeleição do presidente Lula. Como ele não formalizou a candidatura, fica à vontade para viajar incansavelmente pelo país em visitas oficiais de presidente, sem qualquer custo para o PT.

Doação, repetem os tucanos, só as oficiais. Outra mudança deste ano será a prestação de contas durante a campanha. Os comitês financeiros terão de apresentar informações sobre arrecadação e despesas das campanhas nos dias 6 de agosto, 6 de setembro e depois das eleições. A partir de agora, haverá duas prestações de contas por ano, em vez de uma, mesmo nos períodos não eleitorais.

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