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Policiais civis do Rio prenderam, neste sábado (12), 19 suspeitos de envolvimento em atos de vandalismo durante manifestações desde junho do ano passado. Entre os presos, há um professor de história, morador da zona sul, que não teve o nome divulgado e a ativista Elisa Quadros Pinto Sanzi, conhecida como Sininho.

Ela foi em presa nesta manhã em Porto Alegre. O mandado de prisão foi expedido pelo Deic (Departamento de Investigações Criminais) do Rio Grande do Sul, mas a operação é planejada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. No momento, Sininho está detida na Delegacia do Turista, no Aeroporto Salgado Filho, e deve voltar ao Rio ainda neste sábado.

A polícia diz que cumpre mandados de prisão expedidos pela Justiça. Há ainda adolescentes apreendidos. Segundo investigadores, alguns presos foram flagrados negociando artefatos explosivos em escutas telefônicas. Máscaras, explosivos e armas de fogo foram encontradas por policiais em casas de suspeitos.

Os presos foram levados para a Cidade da Polícia, zona norte do Rio. Policiais dizem que os suspeitos planejavam fazer atos de vandalismo em manifestação programada para a final da Copa, no entorno do Maracanã, neste domingo (13). A partida entre Alemanha e Argentina começa às 16h.

Esta é a segunda vez que a polícia prende ativistas no Rio fora de manifestação durante o período da Copa. Em 11 de junho, um dia antes da abertura da competição, dez pessoas foram levadas para prestar esclarecimentos na Cidade da Polícia.

Em São Paulo, a polícia tomou atitude parecida no último dia 23 de junho, quando convocou 22 manifestantes para prestarem depoimentos em delegacias, na tentativa de esvaziar um protesto contra a Copa. No mesmo dia, dois ativistas foram presos durante o ato.

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