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Caso Bruno

Polícia mineira quer acareação entre primos

Advogado deve entrar com pedido de habeas corpus para o goleiro ainda hoje

  • PorAgência Estado
  • 11/07/2010 21:08
A defesa de Bruno está preocupada com a divulgação de fotos do jogador com o uniforme de presidiário | André Mourão/Agência O Dia
A defesa de Bruno está preocupada com a divulgação de fotos do jogador com o uniforme de presidiário| Foto: André Mourão/Agência O Dia

A Polícia Civil mineira quer promover uma acareação entre os primos do goleiro Bruno Fernan­des, o menor J. e Sérgio Rosa Sales, para esclarecer divergências nas versões apresentadas pelos dois em depoimentos sobre o desaparecimento de Eliza Samudio, de 25 anos, ex-amante do goleiro.

Um pedido de transferência de J. para Belo Horizonte deverá ser feito ao juiz Marcius Ferreira, da Vara da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro. O adolescente, cujo depoimento deflagrou a prisão de Bruno e de outros suspeitos, foi apreendido, semana passada, na casa do goleiro, na Barra da Tijuca. Ele chegou a ser transferido para a capital mineira, mas retornou ao Rio e permanecia internado no instituto para menores infratores Padre Severino. Caso a transferência não seja autorizada, policiais de Minas deverão seguir para o Rio com Sérgio, onde poderá ser feita a acareação.

Entre as informações conflitantes nos depoimentos, está a participação de Bruno no crime. J. isenta o goleiro de envolvimento com o suposto sequestro, tortura e morte de Eliza. Já o depoimento de Sérgio indica que Bruno sabia e participou dos fatos, estando presente no local do crime. Ele, inclusive, teria questionado o goleiro sobre as implicações do homicídio.

Habeas corpus

O advogado Ércio Quaresma Firpe pretende entrar hoje com pedido de habeas corpus para Bruno e outras cinco pessoas acusadas de participar do crime. Ele disse que planeja contratar peritos criminais e advogados especializados em questões trabalhistas e de direito de imagem para montar sua defesa.

Quaresma contesta dois pontos levantados pela investigação da polícia mineira: o depoimento de J. e a ausência de sangue na casa onde Eliza teria sido asfixiada até a morte. "O menor fala que deram um pedaço do corpo da vítima para os cachorros comerem. Desde quando carne humana faz parte da dieta alimentar de um rotweiller?", pergunta o advogado.

Para elaborar uma perícia paralela, Quaresma pretende contratar os trabalhos dos peritos criminais George Sanghinetti ou Fortunato Badan Palhares. Sanghinetti já foi contratado para fazer laudos na morte de Paulo Cesar Farias, em 1995, e da menina Isabela Nardoni, dois anos atrás.

A defesa de Bruno também está preocupada com a divulgação de fotos do jogador com o uniforme de presidiário e de sua vida pessoal. "Qual o objetivo disso, além de execrar o ser humano? Vou chamar um advogado que entende de direito de imagem para avaliar isso", prometeu Quaresma. Ele também criticou a exposição que a imprensa fez da tatuagem que Luiz Henrique Romão, o Ma­­carrão, braço-direito de Bruno, tem nas costas.

O texto diz: "Bruno e Maka. A amizade nem a força do tempo irá destruir. Amor verdadeiro". A frase seria uma referência a uma música do grupo de samba Fundo de Quintal. "Se eu tenho uma amizade de fé, de dar a vida por alguma pessoa, por que não vou tatuar? Queria ter o privilégio de ter uma amizade tão bela quanto a dos dois (Macarrão e Bruno)", comentou.

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