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| Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo/ Arquivo

Escrivães, investigadores, papiloscopistas e agentes de operações da Polícia Civil do Paraná decidiram, em assembleia em Curitiba na noite desta sexta-feira (14), aderir à greve do funcionalismo público no estado. Segundo o Sinclapol, entidade que representa os policiais civis, a paralisação começará na segunda-feira (17) e deve seguir por tempo indeterminado. No início da semana, a adesão ao movimento já havia sido votada pelos policiais civis no interior. Com a confirmação dos agentes da capital, o movimento agora se torna estadual.

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A categoria reivindica reposição da inflação nos salários e a negociação de demandas específicas da classe, como a contratação de mais policiais, o fornecimento de coletes à prova de bala e o fim do desvio de função na escolta e guarda de presos em delegacias.

A expectativa, conforme o presidente do Sinclapol, André Luiz Gutierrez, é de que os principais serviços sejam paralisados nas delegacias de todo o estado. Até esta sexta, apenas a base de União da Vitória não havia aderido à mobilização.

Serviços afetados

O sindicalista afirmou que, nas unidades em que houver paralisação, serão atendidos apenas casos de crimes contra a vida e flagrantes. “Nas demais situações, vamos explicar para o cidadão o que está acontecendo. Vamos esclarecer e orientar sobre o que ele pode fazer”.

Algumas situações podem ser encaminhadas por meio da Delegacia Eletrônica do Paraná. Isso inclui, por exemplo, boletim de ocorrência por perda, extravio ou furto de documentos e boletim para comunicar desaparecimentos de pessoas.

O Paraná tem hoje 512 delegacias de Polícia Civil. Cerca de 3,9 mil servidores compõem a categoria. Os delegados, cobertos por outra entidade sindical, ainda devem definir se aderem ou não ao movimento.

Outro lado

Procurada, a assessoria de imprensa da Polícia Civil informou que o órgão não iria se pronunciar sobre a greve na noite de sexta (14). O posicionamento da corporação deve ocorrer somente na segunda-feira (17).

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