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Policiais pressionam o governo e ameaçam entrar em greve, caso não sejam atendidos | Antônio More/Agência de Notícias Gazeta do Povo
Policiais pressionam o governo e ameaçam entrar em greve, caso não sejam atendidos| Foto: Antônio More/Agência de Notícias Gazeta do Povo

Associações da Polícia Militar e de sindicatos da Polícia Civil fizeram, na manhã deste sábado (21), uma manifestação na Boca Maldita, Centro de Curitiba. O protesto, que começou às 9h, teve como objetivo mostrar à população como está o andamento das negociações entre os policiais e o governo. Também são distribuídas diversas cartilhas, como o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Estatuto do Idoso.

As reivindicações dos policiais militares dize respeito à regulamentação da Emenda 29 à Constituição do Paraná, que envolvem questões salariais e a regulamentação da carga horária. "Queremos mostrar que estamos mobilizados e que temos voz e vez", afirma o presidente da Associação de Praças do Estado do Paraná (APRA), sargento Orelio Fontana Neto.

Justiça salarial é também o que querem os policiais civis. "No salário está aquém no comparativo com outras categorias. Queremos uma equiparação do quadro próprio do poder executivo", explica Eyrimar Fabiano Bortot, secretário-geral do Sindicato dos Investigadores de Polícia do Paraná (SIPOL).

Outra reivindicação dos policiais civis é resolver a questão das promoções. "Nós queremos uma moralização nas promoções e queremos um delegado probo e inatacável da corporação cuidando delas", diz Bortot. Segundo ele, já foi enviado um pedido do sindicato ao secretário estadual de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César, para que o atual responsável pela comissão, Jorge Azôr Pinto, seja retirado do cargo.

Greve

A possibilidade de uma paralisação ainda não foi decidida entre as categorias. "Não há esse tipo de situação, o que queremos mostras é que estamos mobilizados", afirma o sargento Fontana. Entretanto, Bortot considera que há uma possibilidade de a paralisação acontecer. "Nós estamos afinando o diálogo entre as entidades, isso é o primeiro passo. Caso não ocorra um diálogo, pode haver paralisação. Mas no momento não está sendo cogitado", diz.

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