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Três homens foram presos pela Polícia Militar (PM) em Colombo, região metropolitana de Curitiba, na noite de terça-feira (28), suspeitos de praticar vários roubos de veículos nos bairros Alto da XV e Ahú, na capital. O trio, apresentado na Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) nesta quarta-feira (29), já teria sido reconhecido por nove vítimas.

O grupo começou a ser investigado por suspeita de roubos a residências. O trio foi abordado na Estrada de Ribeira em um veículo Sandero. No bolso de um dos homens foi encontrada a chave de um veículo Kia Cerato. O carro havia sido roubado na Rua Professor Macedo Filho, no Bom Retiro, cerca de 30 minutos antes.

A polícia apreendeu duas armas, uma pistola calibre 380 e um revólver calibre 38, como os suspeitos. Com eles foram encontrados sete aparelhos de telefone celular, óculos, bolsas feminina e dinheiro. A polícia acredita que os objetos estavam nos carros roubados pelo trio.

"Eles agiam de forma extremamente violenta com as vítimas, inclusive ameaçando-as de morte e apontando a arma de fogo", disse o tenente Cristiano Machado, Porta Voz do 1º Comando Regional da Policia Militar do Paraná.

Um homem que teve o carro roubado há duas semanas no Alto da XV esteve na delegacia nesta tarde e reconheceu o trio. A vítima, que preferiu não ser identificada, disse que foi abordada por volta das 19 horas quando saía do escritório. "Eles chegaram armados e dizendo para eu descer do carro, se não iriam ‘estourar’ minha cabeça", contou.

Dois dos presos, Fernando Silva Franklin, 25 anos, e Leandro Fernandes, 19 anos, não tinham passagem anterior pela polícia. O terceiro detido, Rosenildo Aparecido Fernandes, de 27 anos, já tem passagem por receptação e roubo.

Carros de luxo

Na segunda-feira (27) foram detidos dois irmãos suspeitos de participação em uma quadrilha que roubava carros de luxo em Curitiba. As investigações apontam que a quadrilha roubava os veículos nos bairros Mercês, Seminário, Campo Comprido, Orleans, Cidade Industrial de Curitiba, Fazendinha e Santo Inácio. As investigações começaram há alguns meses e a polícia acredita que outras pessoas integravam a quadrilha.

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